KANTOR NO LIMIAR DO TEATRO

Silvia Fernandes

Resumo


O texto comenta a arte híbrida de Tadeusz Kantor, criador de espetáculos singulares como A classe Morta, Wielopole, Wielopole e Que morram os artistas!, que expandiram os limites do teatro moderno além de projetarem vertentes que se aprofundaram na arte contemporânea. Tendo como suporte os estudos teóricos de seus principais comentadores, aponta a situação do artista nascido entre guerras, cujo teatro entrelaça tendências de vanguarda a práticas precursoras do minimalismo, da instalação, da body art, da performance, das ambiências site-specific e dos processos de anexação do real à experiência estética.

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ISSN Eletrônico: 2177-8841