QUALIDADE DA INFORMAÇÃO EM SAÚDE MEDIADA EM BIBLIOTECA PELA PERCEPÇÃO DE SEUS USUÁRIOS

Eduardo Silva Alentejo

Resumo


Analisa o desenvolvimento científico em Saúde pela mediação de bibliotecas universitárias nacionais e no exterior. Considera prestação de serviços de bibliotecas universitárias em saúde baseados em qualidade como elemento impactante no desempenho da comunidade científica a que servem. Avalia três bibliotecas cujos modelos de gestão se diferenciam em função: do grau de desenvolvimento científico dos países envolvidos, do número de cursos oferecidos da área na universidade e do emprego de tecnologias de informação. Para tanto, realiza pesquisa de campo. Emprega sugestão da ISO11620: 2008 quanto à flexibilidade ao aplicar indicadores para avaliação da qualidade em bibliotecas, observando as particularidades institucionais na oferta de serviços de informação. Utiliza indicadores de qualidade advindos do Marketing de Serviços. Assim, elabora questionário para coleta de dados do ambiente interno das bibliotecas, em sua prestação de serviços, e externo, visão do usuário (LOVELOCK; WRIGHT, 2003). Aponta que na literatura corrente os programas de gestão são desenhados com pouca interferência da comunidade científica. O que se encontra disponível não foi suficientemente testado, tampouco garante eficácia dos sistemas de informação, em sua missão precípua de desenvolvimento do fluxo de informação científica. Visão articulada por Le Coadic (1996) quanto ao uso da informação destinada ao consumo. Explica que bibliotecas universitárias são organizações dependentes da Universidade; sujeitas a receberem diferentes influências externas e internas (VERGUEIRO, 2000), desempenhando papel preponderante na produção científica do país. Portanto, propõe estudos pelo foco do usuário, rompendo com modelos disponíveis na literatura sobre avaliação da qualidade em bibliotecas.

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