IMPORTÂNCIA DA INICIAÇÃO CIENTÍFICA E PROJETOS DE EXTENSÃO PARA GRADUAÇÃO EM MEDICINA

Juliana Cavalcanti RESENDE, Rafael Bruno da Silveira ALVES, Mayrla de Sousa COUTINHO, Gerson BRAGAGNOLI, Cristina Ruan Ferreira de ARAÚJO

Resumo


Objetivo: A Universidade tem sua base na indissociabilidade entre Ensino, Pesquisa e Extensão. Logo, objetivou-se investigar o nível de conhecimento sobre os programas de pesquisa/extensão, assim como traçar um perfil das principais áreas envolvidas em projetos no Centro de Ciências Biológicas e da Saúde na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG/CCBS) com os discentes do 1º a 8º períodos do curso de Medicina. Metodologia: Realizou-se um estudo descritivo quantitativo de março a abril de 2012. A coleta de dados foi realizada através de questionários versando sobre a participação, o interesse e problemas para ingressar em programas de iniciação científica e extensão. Resultados: Dos 149 estudantes, 18,1% responderam que a falta de tempo foi o principal problema para o ingresso nos programas. A participação de alunos nos programas aumenta ao decorrer do curso enquanto o interesse em participar se faz presente desde os primeiros períodos. 91,4% acreditam que esses projetos contribuem para a sua formação profissional e aponta-se o enriquecimento do currículo como principal foco dos alunos engajados. Em relação às áreas de atuação evidencia-se Ginecologia/Obstetrícia (29,41%) como eixo preferencial para pesquisa e Saúde Coletiva (22,72%) para extensão. Conclusão: Percebe-se que existe uma deficiência em relação ao acesso dos discentes do curso de Medicina às atividades de iniciação científica e extensão. Maior sensibilização e acesso à informação são efetivos no envolvimento de graduandos em atividades extracurriculares.

DESCRITORES: Medicina. Relações Comunidade-instituição. Projetos de Pesquisa. Educação de Graduação em Medicina.

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