CULTURAS DO TRABALHO, EDUCAÇÃO E PRODUÇÃO DA EXISTÊNCIA: ENTRE QUILOMBOLAS, CASTANHEIROS E SERINGUEIROS.

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DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.1676-4439.2020v19n02.54204

Resumo

O propósito é refletir sobre modos de vida em povos e comunidades tradicionais no Vale do Guaporé (Rondônia), trazendo evidências empíricas dos nexos entre trabalho-educação e economia e cultura. Tendo o materialismo histórico como referência teórico-metodológica, perguntamo-nos: mediados pelo trabalho, que relações mulheres e homens estabelecem com a natureza? Quais são os costumes e normas de convivência que orientam a vida em comunidade? Em que medida os processos educativos contribui para que se mantenham vivas as práticas sociais e saberes tradicionais? Quais são as mediações do capital na conformação das culturas do trabalho?

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Publicado

2021-01-20

Edição

Seção

Dossiê: Trabalho coletivo autogestionário na América Latina