BEM VIVERES:

POSSÍVEIS SIGNIFICADOS, VIRTUALIDADES E LIMITES PRESENTES NA PRODUÇÃO DA EXISTÊNCIA DOS POVOS E COMUNIDADES TRADICIONAIS E ASSENTAMENTOS

Autores

  • Edson Caetano Caetano Universidade Federal de Mato Grosso
  • Cristiano Apolucena Cabral Universidade Federal de Mato Grosso
  • Flávia Lorena Brito Universidade Federal de Mato Grosso

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.1676-4439.2020v19n02.54392

Resumo

Neste artigo apresentamos um balanço da produção do conhecimento sobre o Bem Viver, a partir do resultado das pesquisas empíricas desenvolvidas no âmbito do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Trabalho e Educação (GEPTE). Caracteriza-se como uma pesquisa de cunho qualitativo, onde buscamos identificar os sentidos possíveis ao chamado Bem Viver, a partir da percepção dos saberes da experiência gerados nas práticas da produção da existência nas diversas formas adquiridas nos espaços de vida e de trabalho de povos e comunidades tradicionais. É nosso objetivo demonstrar que a produção da existência entre tais povos mobiliza saberes e fazeres em tempos, espaços e lugares socioculturais diretamente ligados à ancestralidade e à cosmologia. Assim, mais que práticas de resistência/existência, a mobilização de saberes e práticas constitui-se em modos de vida, em formas de existir co-existindo em harmonia consigo mesmo, com os outros e com a natureza.

Biografia do Autor

Cristiano Apolucena Cabral, Universidade Federal de Mato Grosso

Docente da Secretaria Estadual de Educação (Seduc). Doutorando em Educação pela Universidade Federal de Mato Grosso.

Flávia Lorena Brito, Universidade Federal de Mato Grosso

Mestra emEducação pela Universidade Estadual de Mato Grosso. Doutoranda em Educação pela Universidade Federal de Mato Grosso.

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Publicado

2021-01-20

Edição

Seção

Dossiê: Trabalho coletivo autogestionário na América Latina