Finitude e Sentido da Vida: do torpor à tarefa
Resumo
Concebido por Frankl como um ser único, singular e concreto, o ser humano é capaz de descobrir sentido na vida, pois pode autotranscender e realizar valores de criação, de experiência e de atitude. Todavia, no seu caráter de finitude, a vida é desafiada pela temporalidade e pela morte. Por meio de uma revisão teórica, o artigo apresenta que, enquanto livre, responsável, noético, e a partir da sua consciência, o ser humano pode decidir perante qualquer condição na vida e ir além da sua finitude, tendo a oportunidade de cumprir a tarefa a que é convocado. Dessa forma, a descoberta do sentido da vida pode ser considerada uma oportunidade para a transformação do vivido em eterno.Downloads
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Publicado
2013-12-18
Como Citar
Corrêa, D. A., & Rodrigues, C. M. D. (2013). Finitude e Sentido da Vida: do torpor à tarefa. Revista Logos & Existência, 2(1). Recuperado de https://periodicos.ufpb.br/index.php/le/article/view/15915
Edição
Seção
Estudos Teóricos