https://periodicos.ufpb.br/index.php/moringa/issue/feed MORINGA - Artes do Espetáculo 2020-01-29T01:43:03+00:00 José Tonezzi tonezzi@hotmail.com Open Journal Systems MORINGA é uma publicação semestral do Departamento de Artes Cênicas e do Mestrado Profissional em Artes (ProfArtes) do Centro de Comunicação, Turismo e Artes da Universidade Federal da Paraíba (CCTA-UFPB). Fomenta o diálogo interdisciplinar no campo das artes do espetáculo. Seus eixos de interesse situam-se tanto nos aspectos que compõem os processos de criação quanto nas poéticas que regem as artes espetaculares em suas relações com os distintos campos de produção cultural e demais áreas das humanidades. Este periódico permite, aos autores, a manutenção de direitos sem restrições. https://periodicos.ufpb.br/index.php/moringa/article/view/50374 CULTURA E CRIAÇÃO, ARTE E NATUREZA 2020-01-23T00:04:53+00:00 José Tonezzi tonezzi@hotmail.com Paula Coelho pabc5364@gmail.com <p>Comentários e apresentação da edição.</p> 2019-12-13T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 MORINGA - Artes do Espetáculo https://periodicos.ufpb.br/index.php/moringa/article/view/49811 PROPOSIÇÕES PARA UM MOVIMENTO MENOR 2019-12-17T16:27:28+00:00 André Arias andre.fogli@gmail.com Erin Manning erin.manning@concordia.ca As proposições deste texto são orientações de um processo curatorial experimental em curso durante o ano de 2019, e que serve como o ativador da série de encontros que o SenseLab facilitará em diferentes países com o título de Movimentos Menores. Na exploração transversal do que essa série de encontros pode gerar, emerge a pergunta de como é possível dar conta da entrada do movimento menor no mundo. Um processo curatorial para a ativação de movimentos menores requer uma transformação do pressuposto de que existe um campo da arte e um campo da vida, quando o binarismo entre arte e vida é desfeito. O que importa não é se é ou não arte, mas como a experiência ou o acontecimento muda as condições da experiência. Quando a arte se torna a maneira e não o fim, os movimentos menores se tornam orientadores dos processos por vir. 2019-12-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 MORINGA - Artes do Espetáculo https://periodicos.ufpb.br/index.php/moringa/article/view/49814 ESFERA PÚBLICA ATRAVÉS DA PERFORMANCE 2019-12-17T16:27:06+00:00 Ana Vujanović marinaguzzo2@gmail.com Bojana Cvejić marinaguzzo2@gmail.com Entendemos a esfera pública como uma esfera discursiva da sociedade, que consiste na fala, em ações e movimentos dos cidadãos, nas “palavras e nos atos”, como diria Hannah Arendt, que se podem considerar articulações e expressões da ideologia. Para intervir politicamente, a esfera pública precisa de espaço público e, portanto, procura-o. O principal motivo que nos fez começar a investigar a esfera pública é nossa preocupação com a crise que atravessa, uma crise que não está apenas associada a uma privatização da esfera pública, em curso no capitalismo neoliberal, mas também vista, de uma maneira mais ampla, como uma crise de representação na democracia representativa. 2019-12-17T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 MORINGA - Artes do Espetáculo https://periodicos.ufpb.br/index.php/moringa/article/view/49815 “NATUREZA”? UM SOBREVOO SOBRE ALGUNS MOMENTOS DA HISTÓRIA DA DANÇA OCIDENTAL DO SÉCULO XVIII E XX 2019-12-17T16:27:26+00:00 Ana Teixeira aceteixeira@gmail.com A proposta deste texto é ressaltar dois períodos na história da dança ocidental, nos quais a questão da Natureza foi fundamental para articular pressupostos distintos no entendimento dos dois momentos da história da dança. Do século XVIII ao XX, registra-se a inquietação de artistas que se debruçavam no estudo da Natureza como ativador da compreensão do corpo, da dança, do gesto e do movimento. No século XVIII, interrogava-se sobre a natureza humana, suas emoções e como expressá-las, já no século XX buscava-se redescobrir o corpo a partir da Natureza. A questão que se lança é: como os artistas estão lidando com essa questão no século XXI? 2019-12-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 MORINGA - Artes do Espetáculo https://periodicos.ufpb.br/index.php/moringa/article/view/49816 O CORPO E OS MAPAS DA ALTERIDADE 2019-12-17T16:27:24+00:00 Christine Greiner christinegreiner3@gmail.com Há muitas bibliografias que têm discutido o tema da alteridade do ponto de vista político e filosófico. Tópicos como racismo, neurodiversidade e gênero têm reverberado amplamente nas discussões acadêmicas e outros fóruns. No entanto, pouco se discute acerca do papel da arte e do corpo nestes debates. Este artigo busca colaborar com este viés, deslocando o debate das práticas discursivas para o corpo em movimento e suas ações performativas. 2019-12-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 MORINGA - Artes do Espetáculo https://periodicos.ufpb.br/index.php/moringa/article/view/49817 NO QUE ESTÁ POR VIR, SEREMOS TODOS FILÓSOFOS-ENGENHEIROS-DANÇARINOS OU NÃO SEREMOS NADA 2019-12-17T16:27:22+00:00 Renzo Taddei renzotaddei@gmail.com Este texto argumenta que, ante os desafios postos pelo que se convencionou chamar de Antropoceno – cuja manifestação mais dramática são as mudanças climáticas –, por um lado, e pela possibilidade de uma “explosão de superinteligência” no campo da inteligência artificial, por outro, três habilidades serão fundamentais para a existência das coletividades humanas no futuro: a de ser capaz de avaliação ética das novas possibilidades tecnológicas; a de ação reflexiva e criativa dentro de um contexto de incertezas incontornáveis; e habilidade para construir alianças pragmáticas com povos e formas de vida com os quais não se compartem regimes epistêmicos. Tais habilidades encarnam-se na figura do filósofo-engenheiro-dançarino, ou, mais apropriadamente, do eticista-bricoleur-coreógrafo. 2019-12-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 MORINGA - Artes do Espetáculo https://periodicos.ufpb.br/index.php/moringa/article/view/49823 A DANÇA DOS OUTROS 2019-12-17T16:27:20+00:00 Luciane Ramos-Silva lucianeramoss@gmail.com Entendendo movimento como prática social, cultural e política, percebemos que nestes tempos sombrios algumas danças têm possibilitado o surgimento de poderosos atos criativos. A partir da observação de um conjunto de artistas negras e negros, que criam na contramão da engrenagem compressora de desejos, discutimos, à luz de alguns intelectuais basilares para a luta antirracista e a crítica cultural, fundamentos e formas de escritas de si que desconstroem estigmas coloniais, inserem a discussão crítica da diferença e possibilitam uma abordagem das identidades não como “pautas”, mas como reelaboração de existências e disputa de narrativas. 2019-12-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 MORINGA - Artes do Espetáculo https://periodicos.ufpb.br/index.php/moringa/article/view/49824 AFECTOS EM PERFORMANCE 2019-12-17T16:27:17+00:00 Ana Pais anapais2011@gmail.com A performance, o teatro e a dança são lugares privilegiados para pensar os afectos e as suas particulares performatividades, isto é, o que (nos) fazem. Ao reforçar ou subverter as condições políticas, sociais e culturais do encontro na presença, eles podem mostrar outras formas de pensar a vida comum, afecto público e a autonomia do sujeito. Neste texto, abordarei o papel dos afectos no trabalho das seguintes artistas contemporâneas: Raquel André (Coleção de Amantes), Cláudia Müller (Dança Contemporânea em Domicílio) e Eleonora Fabião (Ações Cariocas). A partir de modelos de circulação de afecto, como o de Teresa Brennan, em The Transmission of Affect (2004), procurarei pensar como estas três criadoras configuram o encontro efêmero, dando especial atenção ao tipo de relação para o qual o espectador é convidado. 2019-12-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 MORINGA - Artes do Espetáculo https://periodicos.ufpb.br/index.php/moringa/article/view/50467 DESCOLONIZAR A ARTE 2020-01-29T01:43:03+00:00 Marina Guzzo marinaguzzo2@gmail.com Conrado Federici moringa.ufpb@gmail.com Flávia Liberman moringa.ufpb@gmail.com <p>Este artigo pretende, a partir de uma cartografia sobre o que seria uma arte comunitária ou arte comum, lançar questões sobre nomes, papéis e ações que podem ajudar a delimitar suas contradições e sua potência para construir o que entendemos como esfera pública. É crescente o discurso sobre descolonização em projetos artísticos ou curatoriais. No entanto, ainda são raras as formas de mudar essas práticas para encontrar outras maneiras de fazer e existir, criando em contextos tão desiguais, como encontramos na sociedade brasileira.</p> 2020-01-29T01:33:04+00:00 Copyright (c) 2020 MORINGA - Artes do Espetáculo https://periodicos.ufpb.br/index.php/moringa/article/view/49829 JACQUES RANCIÈRE E A MODERNIDADE DO MOVIMENTO 2019-12-17T16:27:13+00:00 Osvaldo Fontes Filho osvaldo.fontes@unifesp.br Este texto expõe alguns momentos da reflexão de Jacques Rancière em torno de uma “contra história da modernidade artística”, segundo a qual uma concepção renovada do movimento e da ação dramática teria surgido nos espetáculos de variedades e de dança em fins do século XIX, com reflexos na mecânica das performances no cinema mudo. 2019-12-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 MORINGA - Artes do Espetáculo https://periodicos.ufpb.br/index.php/moringa/article/view/49855 RIR DE SI 2019-12-17T16:27:10+00:00 Adriana Schneider Alcure adriana.schneider@eco.ufrj.br A pesquisa e o trabalho com a comicidade e suas técnicas vêm desenvolvendo formas potentes de presença. Nos processos de criação e produções do Coletivo Bonobando, “rir de si” tornou-se uma chave para atritar micro e macro políticas na cidade. Neste artigo, apresentarei procedimentos realizados em nossos processos, analisando-os a partir da relação entre comicidade e política, destacando a centralidade da noção de “brincadeira” em nosso trabalho. 2019-12-16T21:55:44+00:00 Copyright (c) 2019 MORINGA - Artes do Espetáculo https://periodicos.ufpb.br/index.php/moringa/article/view/49857 SE O ORDINÁRIO OCUPA O PALCO (E A SALA DE AULA) 2019-12-17T16:27:09+00:00 André Magela andrellmagela@gmail.com O presente artigo analisa algumas peças teatrais quanto ao modo como expõem elementos do comum e do ordinário, oriundos da vida cotidiana, sugerindo implicitamente ao espectador uma percepção mais teatral de sua vida, e fomentando a produção de outras possibilidades de viver, alternativas aos modos hegemônicos de sentir. E estas peças podem ser subsídios a modos de ver a arte e a produção artística que sejam interessantes para a educação teatral em escolas. 2019-12-16T22:12:56+00:00 Copyright (c) 2019 MORINGA - Artes do Espetáculo https://periodicos.ufpb.br/index.php/moringa/article/view/49862 ROBERTO ALENCAR DO DESENHO À CENA E VICE-VERSA: A CONSTRUÇÃO DO CORPO GROTESCO 2019-12-17T16:27:04+00:00 Wagner Miranda Dias wagnerdemiranda@hotmail.com O artigo investiga os percursos de criação do artista do corpo Roberto Alencar, refletindo sobre a produção do grotesco em seu trajeto criativo, destacando as relações entre desenho e corpo. A análise foi elaborada por meio do estudo de documentos de processos criativos de Alencar, criados no desenvolvimento de seu trabalho, à luz das teorias de Cecília Almeida Salles sobre crítica de processos de criação, que tem como base a semiótica de C.S. Peirce e propõe diálogos com autores como Victor Hugo, Vsevolod Meyerhold e Mikhail Bakhtin. 2019-12-17T00:58:44+00:00 Copyright (c) 2019 MORINGA - Artes do Espetáculo