A criatividade nas unidades de informação

  • Paulo de Castro Gonçalves
  • Nicole Patricia Silva

Resumo

Examina como as Unidades de Informação, mas especificamente, as bibliotecas, podem utilizar-se da prática da criatividade na prestação de seus serviços e criação de novos produtos. Até a década de 1930 a criatividade não era tratada como uma arma necessária ao planejamento organizacional, inclusive, os executivos acreditavam que nem todas as pessoas eram criativas. Nos últimos setenta anos, no entanto, novas contribuições teóricas surgiram enfocando diversos componentes considerados necessários à ocorrência da criatividade. Desde modo, surgiram duas correntes de pensamento, uma tecnicista, ligada a tradição positivista americana, e outra multidimensional, dentro de uma tradição mais pragmática. O objetivo da pesquisa é revisitar a literatura sobre criatividade, tanto o modelo tecnicista americano, quanto o modelo atual, multidimensional, aplicando-o as práticas da Unidade de Informação. A metodologia empregada é referencial e teórica. A primeira parte será orientada a desvendar as técnicas mais utilizadas para se extrair a criatividade do indivíduo e qual sua aplicação na Unidade de Informação. A segunda parte investigará os novos rumos da pesquisa e as novas percepções de aplicação. A última parte abordará como mudanças no ambiente da Unidade de Informação podem estimular o uso da criatividade. Ao final da pesquisa conclui-se que a biblioteca possa apropriar-se do modelo tecnicista e utilizar as técnicas de criatividade para resolver problemas de informação ou oferecer novos produtos ou serviços, ponderando as novas pesquisas e o modelo multidimensional. Conclui-se, por fim, que administrando de forma eficiente o clima e a estrutura organizacional a biblioteca criará o ambiente propício à prática da criatividade. link para o texto completo: http://www.revista.acbsc.org.br/index.php/racb/article/viewFile/591/pdf_4
Publicado
2011-07-27
Seção
Resumos de artigos científicos