Sendas entre o visível e o invisível: a biblioteca como “lugar de memória” e de preservação do patrimônio

  • Fabrício José Nascimento da Silveira UFMG.

Resumo

Este artigo apresenta algumas considerações acerca das interrelações que se instauram, quer no plano teórico, quer no domínio histórico-cultural, entre as bibliotecas e o universo da memória e do patrimônio. Para tanto, lança-se à tarefa de responder à seguinte questão: podem as bibliotecas contribuir de alguma maneira com o processo de salvaguarda da memória e do patrimônio, tomando-os como dimensões psíquicas e sociais que definem a percepção dos sujeitos enquanto individualidades e dos grupos enquanto comunidades portadoras de histórias e experiências particularizantes? Para respondê-la, busca-se encontrar argumentos satisfatórios evocando a função e o lugar social ocupado por dois tipos de bibliotecas: as nacionais e as públicas. As primeiras porque nascem com o propósito explícito de se tornarem instituições de preservação do patrimônio e da memória intelectual das nações. Por sua vez, lança-se um olhar sobre as bibliotecas públicas por acreditar que as mesmas contribuem, enquanto espaços de sociabilidade, para que essa outra memória que caracteriza os patrimônios materiais e imateriais adquira força, legitime-se e se propague. Palavras-chave: Memória social. Patrimônio. Material e imaterial. Lugares de memória. Bibliotecas. Práticas culturais. Bibliotecas nacionais. Bibliotecas públicas. Link para o texto completo (PDF) http://www.datagramazero.org.br/out12/Art_03.htm

Biografia do Autor

Fabrício José Nascimento da Silveira, UFMG.
Doutorando em Ciência da Informação pelo PPGCI/UFMG. Mestre em Ciência da Informação pelo PPGCI/UFMG.
Publicado
2013-12-27
Seção
Resumos de artigos científicos