Bases epistemológicas da teoria de criação de conhecimento organizacional

  • Juliana Leonardi Universidade Federal de Santa Catarina
  • Rogério Cid Bastos Universidade Federal de Santa Catarina

Resumo

A passagem da era industrial para era do conhecimento alavancou estudos científicos organizacionais no campo da Ciência da Administração, ao longo do século XX. Estudos sobre a criação do conhecimento organizacional fazem parte deste arcabouço teórico contemporâneo. Este artigo objetiva investigar as bases epistemológicas da teoria de criação do conhecimento organizacional, desenvolvida por Ikujiro Nonaka. Foi realizado um levantamento de suas obras (artigos e livros) que tratam sobre o tema para identificar suas bases epistemológicas. O tema teve influências interdisciplinares abarcando tanto obras do cientista e polímata Michael Polanyi, quanto do filósofo japonês Kitaro Nishida. M. Polanyi é autor da ideia “conhecimento tácito” e tratou da dimensão tácita do conhecimento. K. Nishida desenvolveu o conceito de uma lógica não-dualista, onde concebeu a ideia do “Basho” que significa “Lugar”. I. Nonaka transpôs essas ideias para o campo organizacional. Destinou o conceito de lugar como uma dimensão (física ou não) onde ocorrem fluxos de compartilhamentos e relacionamentos dentro das organizações, criando novos conhecimentos.

Palavras-chaves: Ciência da Administração. Epistemologia. Gestão do Conhecimento. Criação de Conhecimento Organizacional.

Texto completo em: http://periodicos.ufpb.br/ojs/index.php/pgc/article/view/16998/12244

Biografia do Autor

Juliana Leonardi, Universidade Federal de Santa Catarina
Juliana Leonardi Doutoranda em Engenharia e Gestão do Conhecimento pela Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil.
Rogério Cid Bastos, Universidade Federal de Santa Catarina
Doutor em Engenharia da Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil. Professor da Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil. E-mail:
Publicado
2015-12-16
Seção
Resumos de artigos científicos