Escuela como fábrica de sujeitos: génesis de la modernidad escolar en méxico

  • Ana María Valle Vázquez Universidade Federal da Paraíba
  • Marco Antonio Jiménez García Universidad Autónoma Metropolitana Unidad Xochimilco (UAMXochimilco),

Resumo

Trata-se de um artigo que descreve quatro maneiras nas cuales são evidenciados os exercícios de poder como produção de sujeitos, a saber: a guerra, a luta racial, a disciplina e normalização, isto é mostrado com práticas escolares específicas do México moderno. O método utilizado problematiza a escola como fábrica de sujeitos, usando ferramentas conceituais foucaultianas. Aceitamos, com Foucault, que não trata-se de perguntar aos sujeitos como, por que e em nome de que direito (divino, econômico ou legal) podem aceitar ou deixar someter, mas destina-se a mostrar como as relações de sujeição específicas fabrican aos sujeitos. No exercício do poder nenhum sujeito é neutro, já que é necessariamente sempre o adversário de alguém. Um resultado deste teste é que o professor é um sujeito do exercício do poder da educação escolar básica, onde as relações de poder às que foi submetido o normalista são a distinção racial, a padronização deconhecimento e trabalho medicalizada ao serviço do Estado. Estas relações de força da vida e em a vida são as maneiras como temos defendido a sociedade moderna a que pertencemos.

Palavras chave: Escola moderna, Fábrica de sujeitos, Exercícios do poder, Disciplina, Normalização.

Link: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/etd/article/view/8648659/16857

Biografia do Autor

Ana María Valle Vázquez, Universidade Federal da Paraíba
Graduanda em Arquivologia
Marco Antonio Jiménez García, Universidad Autónoma Metropolitana Unidad Xochimilco (UAMXochimilco),
Doctor en Ciencias Sociales - por la Universidad Autónoma Metropolitana Unidad Xochimilco (UAMXochimilco), Cidade do México, México. Profesor titular de la FES-Acatlán UNAM.
Publicado
2018-06-28
Seção
Resumos de artigos científicos