Encenações e reescritas da memória no capitalismo global entre teorias e práticas culturais

  • Giulia Crippa Universidade de Bolonha

Resumo

Discute-se a constituição da Memória Cultural após a queda do muro de Berlim e pelos fenômenos da globalização. Propõe-se o estudo de dois casos dedicados à memória no contemporâneo: o Memorial dos deportados italianos em Auschwitz, realizado em 1981 e hoje não mais existente; e o Museu da Memória de Ustica, em Bolonha, inaugurado em 2007. Trata-se de exemplos que permitem refletir sobre as transformações da memória dentro de uma discussão sobre capitalismo globalizado. Oferecemos as contribuições de experiências de representação alternativas, que tendem a deslegitimar as visões dominantes. Pretende-se indagar as maneiras de realização dos registros e sua mediação. Metodologicamente, o trabalho realiza uma revisão crítica da literatura sobre os temas abordados. Em um segundo momento, nos dois estudos de caso, observa a práxis.

Palavras-chave: Memória. Capitalismo. Museu de Ustica. Memorial de Auschwitz.

Link:http://revista.ibict.br/liinc/article/view/4473

Biografia do Autor

Giulia Crippa, Universidade de Bolonha
Livre docente em Ciência da Informação. Doutora em História Social. Professora associada da Alma Mater Studiorum, Universidade de Bolonha (Itália)
Publicado
2019-07-08
Seção
Resumos de artigos científicos