Bibliotecas como makerspace: oportunidades de implementação a partir de um caso prático

  • Rocelle Gil Santos Universidade Federal de Santa Catarina
  • Ana Clara Candido Universidade Federal de Santa Catarina

Resumo

Na década de 70, ocorre o surgimento da cultura do “faça-você-mesmo”, conhecida como cultura maker ou movimento maker, por se compreende que qualquer pessoa poder produzir, consertar, fabricar, melhorar ou criar algo, podendo utilizar a tecnologia, a exemplo da web ou mesmo ferramentas manuais. Desse modo, os makerspaces surgiram com a percepção de ser um espaço para criações e desenvolvimento de ideias, projetos e que por meio deles pudesse também ser compartilhado conhecimento digital entre as pessoas. Nesta pesquisa, tem-se o objetivo de analisar as ações utilizadas na implementação de makerspace em bibliotecas na prática como subsídio para a proposta de um guia preliminar para futuras implementações. Do ponto de vista dos objetivos, a pesquisa se caracterizada como exploratória e descritiva. Entre os resultados, verifica-se o papel da biblioteca no desenvolvimento da comunidade, melhorando o acesso à informação e a participação dos usuários. Desta forma, a implementação de um espaço maker proporcionará mais atratividade para a biblioteca, além de fortalecer a troca de informação, conhecimento, colaboração e experimentação. Esta troca poderá contribuir para a utilização de métodos que podem trazer eficácia, retribuindo para além da criação de espaços, podendo ser utilizado para elaboração de novos serviços ou melhorias de iniciativas institucionais e profissionais promovendo um “upgrade” ao ambiente.

Palavras-Chaves: Biblioteca. Inovação. Makerspaces. Design Thinking.

Link: http://www.seer.ufal.br/index.php/cir/article/view/6282

Biografia do Autor

Rocelle Gil Santos, Universidade Federal de Santa Catarina

Graduada em Biblioteconomia.

Ana Clara Candido, Universidade Federal de Santa Catarina

Doutora em Avaliação de Tecnologia

Seção
Resumos de artigos científicos