Autores
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Milton Shintaku
Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia
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Ronnie Fagundes de Brito
Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia
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Rui Seabra Ferreira Jr.
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP)
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Benedito Barraviera
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP)
Resumo
Dentre eles, destaca-se o movimento de abertura, o qual se distingue em face da pressão maciça da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). A Ciência Aberta tem se mostrado a mais impactante por englobar várias iniciativas, sendo a Avaliação Aberta pelos Pares o maior desafio. O presente estudo teve por objetivos levantar e analisar a literatura disponível sobre a Avaliação Aberta pelos Pares a fim de identificar conceitos e tendências e apoiar os editores na discussão sobre essa nova modalidade proposta. A avaliação aberta pelos pares ainda se apresenta como um desafio para todos os envolvidos na editoração científica. Apesar das vantagens teóricas, a avaliação duplo-cega reina absoluta, ainda se questionando se tanto o avaliado quanto o avaliador devem se conhecer. A abertura das ciências é um processo aparentemente irreversível, embora esteja enfrentando muita resistência pelos produtores do conhecimento científico. A implantação da avaliação aberta permitirá, em futuro breve, o acompanhamento e a avaliação deste processo, o que culminará com procedimentos transparentes e fornecerá novos subsídios tanto para os editores quanto para os avaliadores/avaliados.
Palavra-chave: Ciência Aberta. Fluxo editorial. Avaliação pelos pares. Avaliação aberta. Periódicos científicos
Link: https://periodicos.furg.br/biblos/article/view/11189/7792
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Biografia do Autor
Milton Shintaku, Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia
Doutor em Ciência da Informação pela Universidade deBrasília (UnB). Atua em pesquisas sobretecnologia paragestão da informação no Instituto Brasileiro deInformação em Ciência e Tecnologia (Ibict).
Ronnie Fagundes de Brito, Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia
Doutorem Engenharia e Gestão do Conhecimento pelaUniversidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Atuaem pesquisas sobre Mídia e Conhecimento na Educaçãoe Acessibilidade.
Rui Seabra Ferreira Jr., Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP)
Doutor em Doenças Tropicais pela Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP). Pesquisador Adjunto do Centro de Estudos deVenenos e Animais Peçonhentos. na Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP).
Benedito Barraviera, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP)
Doutor em Medicina Interna pelaUniversidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho(UNESP). Professor Titular de Infectologia pela Faculdade de Medicina de Botucatu (UNESP-FMB)