ATUALIZAÇÕES E PERSPECTIVAS NA MIASTENIA GRAVIS

  • Alessandra Camillo da Silveira Castello Branco
  • Flávia Negromonte Souto Maior
  • Luciana da Silva Nunes Ramalho
  • Ivana Ferreira Gorgonio
  • Josué do Amaral Ramalho
  • João Benedito de Figueiredo Vinagre
  • Margareth de Fátima Formiga Melo Diniz

Resumo

RESUMO Objetivo: Este estudo teve como objetivo uma busca bibliográfica sobre a Miastenia gravis (MG). Metodologia: A pesquisa bibliográfica foi realizada nas bases de dados eletrônicos Pubmed, Science Direct, Scielo e Bireme dos últimos dez anos, além de outros artigos que apresentavam extrema relevância histórica. Resultados: MG é uma doença auto-imune caracterizada por fraqueza muscular, cuja patogenia está relacionada com a destruição da transmissão neuromuscular por diferentes mecanismos, como diminuição dos receptores nicotínicos de acetilcolina, destruição das proteínas envolvidas com a formação neuromuscular ou pela atuação de anticorpos contra uma proteína quinase específica do músculo (MUSK). O tratamento atual da MG se baseia na utilização de inibidores da acetilcolinesterase, corticosteróides, timectomia, imunosupressores, imunoglobulina intravenosa e plasmaferese. A identificação precoce da MG e de seus fatores precipitantes torna esta patologia mais acessível a novas modalidades de tratamento, como anticorpos monoclonais, prolactina, tracolimus e crotamina. Conclusão: O melhor conhecimento acerca de seus mecanismos moleculares tem proporcionado o desenvolvimento de novas opções terapêuticas, necessárias para amenizar crises severas, levando a um prognóstico adequado. Novas descobertas poderão contribuir para a qualidade de vida dos pacientes, ocasionando remissão da doença e não apenas amenizando os seus sintomas. DESCRITORES: Miastenia Gravis. Acetilcolina. Terapia Combinada. Sistema Imunológico.
Como Citar
Castello Branco, A. C. da S., Souto Maior, F. N., Ramalho, L. da S. N., Gorgonio, I. F., Ramalho, J. do A., Vinagre, J. B. de F., & Diniz, M. de F. F. M. (1). ATUALIZAÇÕES E PERSPECTIVAS NA MIASTENIA GRAVIS. Revista Brasileira De Ciências Da Saúde, 15(4), 493-506. Recuperado de https://periodicos.ufpb.br/index.php/rbcs/article/view/11667
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