POLÍTICAS CURRICULARES PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES ALFABETIZADORES NA DÉCADA DA ALFABETIZAÇÃO

Autores

  • Edineia Silva

DOI:

https://doi.org/10.15687/rec.v8i3.27459

Resumo

Neste trabalho, são investigados os sentidos de alfabetização e letramento presentes nas políticas curriculares para a formação dos professores alfabetizadores, desenvolvidas em nosso país, durante a Década das Nações Unidas para a Alfabetização (2003/2012). Com o objetivo de compreender a pluralidade de sentidos que disputam hegemonia para significar as políticas de formação de professores alfabetizadores, foram feitas pesquisas bibliográficas e análises documentais de dois programas de formação continuada, no âmbito do governo federal: o Programa de Formação do Professor Alfabetizador – PROFA e o Programa Pró-Letramento e da Reorientação Curricular do Curso Normal – Livro VI elaborada pela Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro – SEE/RJ, utilizada nos cursos de formação inicial de professores alfabetizadores. O referencial teórico metodológico pautou-se pelo modelo analítico do Ciclo Contínuo de Políticas proposto por Ball e Bowe (1998). Entre os resultados da pesquisa, destacamos uma multiplicidade de sentidos produzidos nas políticas curriculares, a ampliação de sua articulação discursiva, suas contribuições e possíveis implicações na autonomia do trabalho do professor.

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Publicado

25-01-2016

Como Citar

SILVA, E. POLÍTICAS CURRICULARES PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES ALFABETIZADORES NA DÉCADA DA ALFABETIZAÇÃO. Revista Espaço do Currículo, [S. l.], v. 8, n. 3, 2016. DOI: 10.15687/rec.v8i3.27459. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/rec/article/view/rec.2015.v8n3.364375. Acesso em: 13 jul. 2024.