https://periodicos.ufpb.br:443/index.php/rec/issue/feedRevista Espaço do Currículo2019-10-24T14:01:08+00:00Profa. Dra. Maria Zuleide da Costa Pereirarec@ce.ufpb.brOpen Journal Systems<p align="justify">A Revista Espaço do Currículo é uma revista eletrônica de <strong>qualis A4 em Educação</strong>, organizada pelo Grupo de Estudos e Pesquisas em Políticas Curriculares (GEPPC), da Universidade Federal da Paraíba. Tem como objetivo socializar conhecimentos sobre abordagens curriculares produzidas em âmbitos Internacional, Nacional e, em particular, na Região Nordeste, que tanto carece de meios para publicar a sua produção científica. Como espaço de divulgação eletrônica, a sua pretensão é facilitar e aprofundar o diálogo acadêmico, não de forma ruidosa, mas na perspectiva de dar visibilidade à relação existente entre sociedade, educação e currículo num mundo sem fronteiras. É uma publicação quadrimestral (abril, agosto e dezembro) e reserva-se o direito de selecionar os artigos enviados, espontaneamente, e submetê-los à apreciação de um Conselho Editorial constituído por investigadores de diferentes instituições.</p>https://periodicos.ufpb.br:443/index.php/rec/article/view/48250POLÍTICAS E CURRÍCULO NA LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS: pesquisas do Observatório da Formação de Professores no âmbito do Ensino de Arte (OFPEA/BRARG)2019-10-24T13:43:12+00:00Maria Cristina da Rosa Fonseca Silvacristinaudesc@gmail.comGerda Margit Schütz Foerstegerdafoerste@yahoo.com.br<p>O presente Dossiê resulta de pesquisas do <em>Observatório da Formação de Professores no âmbito do Ensino de Arte (OFPEA/BRARG)</em> e da <em>Rede Latino-Americana de Investigadores em Formação de Professores de Artes (LAIFOPA)</em>. Analisa, a partir da atual conjuntura, propostas dos currículos de formação de professores de Artes Visuais no Brasil e América Latina. Os estudos orientam-se pelo conceito de <em>práxis</em> na abordagem do materialismo histórico dialético. Busca discutir processos sociais que engendram diferentes proposta curriculares nacionais e internacionais de formação de professores das Artes. Agrega textos de pesquisadores da região norte, sul, centro-oeste, sudeste e nordeste brasileiro e de pesquisador Argentino, integrantes do observatório. Os resultados das pesquisas são sistematizados com o objetivo de dimensionar mudanças e continuidades nos currículos da formação de professores de Artes Visuais e problematizar propostas curriculares contemporâneas que cerceiam a autonomia e a liberdade de criação na formação docente. </p>2019-10-03T21:34:42+00:00Copyright (c) 2019 Revista Espaço do Currículohttps://periodicos.ufpb.br:443/index.php/rec/article/view/ufpb.1983-1579.2019v12n3.46151POLÍTICAS E CURRÍCULO NA LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS: pesquisas do Observatório da Formação de Professores no âmbito do Ensino de Arte (OFPEA/BRARG)2019-10-24T13:45:17+00:00Maria Cristina da Rosa Fonseca da Silvacristinaudesc@gmail.com<p>O estudo pretende analisar as políticas públicas educacionais que interferem no Ensino de Artes na escola. Utiliza-se igualmente das investigações desenvolvidas pelo projeto em rede Observatório da Formação no âmbito do Ensino de Artes principalmente as situadas no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais PPGAV/UDESC para identificar aspectos mais amplos que atingem a formação de professores de arte nacionalmente. Da mesma forma, busca um comparativo entre as implicações das políticas educacionais na formação docente em artes nas licenciaturas e os respectivos desdobramentos no Ensino de Arte na escola. Considera os modelos de formação docente desenhados nos últimos tempos e implementados nas licenciaturas em artes visuais. Finalmente apresenta reflexões fundamentadas na pedagogia histórico-crítica com a intenção de dar visibilidade às contradições presentes no Ensino de Arte, a partir das especificidades das artes visuais na escola bem como na formação profissional nas licenciaturas.</p><div id="websigner_softplan_com_br" class="websigner_softplan_com_br" style="display: none;"> </div>2019-10-03T21:34:45+00:00Copyright (c) 2019 Revista Espaço do Currículohttps://periodicos.ufpb.br:443/index.php/rec/article/view/ufpb.1983-1579.2019v12n3.46190POLÍTICA EDUCATIVA Y LINEAMIENTOS CURRICULARES DE LOS PROFESORADOS UNIVERSITARIOS EN ARTES VISUALES EN ARGENTINA2019-10-24T13:46:03+00:00Federico Bujánfbujan@gmail.comEl presente artículo aborda el marco general en el que se desarrolla la formación de profesores de artes visuales en Argentina, poniendo foco en las políticas y lineamientos curriculares que regulan y orientan la formación docente en dicho dominio en particular. De manera específica, se propone una revisión actualizada del marco normativo curricular de la formación docente en artes visuales en el nivel universitario de grado, a los efectos de aportar un estado del arte sobre esa dimensión curricular y sobre la composición de la oferta académica en el campo específico. Ese estado del arte constituirá, en sí mismo, un aporte frente a la escasa información sobre la formación docente en el campo específico y frente a la dispersión de datos y estudios específicos sobre ese dominio en el contexto argentino. Luego de presentar un ordenamiento general de la legislación curricular, se examinarán tres casos (que comportan tres matrices curriculares de formación de profesores de artes visuales en la universidad pública argentina) que han implicado recientemente reformas en sus estructuras curriculares. Los casos fueron seleccionados, además, por corresponder con las áreas urbanas de mayor concentración de población del país. El examen de los mismos se realiza a partir del marco regulatorio vigente.2019-10-03T21:34:47+00:00Copyright (c) 2019 Revista Espaço do Currículohttps://periodicos.ufpb.br:443/index.php/rec/article/view/ufpb.1983-1579.2019v12n3.46185CONTRIBUIÇÕES DO MATERIALISMO HISTÓRICO DIALÉTICO PARA O PROJETO EM REDE OBSERVATÓRIO DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE ARTES VISUAIS.2019-10-24T13:46:55+00:00Rosana Soaresrosana_artes09@yahoo.com.br<p>RESUMO: O artigo discute a escolha do método cientifico nas pesquisas sobre formação docente em artes visuais. Tal tarefa requer dos pesquisadores uma escolha teórica e metodológica entre as múltiplas abordagens da pesquisa científica. Quando pesquisadores e pesquisadoras elegem o materialismo histórico dialético na investigação está assumindo uma visão de mundo, de homem e de sociedade em sua concentricidade. Pesquisar a partir da matriz teórica marxista significa adentrar nos fenômenos sociais indo além de sua imediaticidade. Como uma ciência filosófica, o materialismo histórico dialético representa no campo da pesquisa o salto fundamental de análise concreta do real e a possibilidade de ação no campo da transformação social. Defende-se assim que o projeto em rede Observatório da Formação de Professores de Artes Visuais nas suas investigações sobre arte e formação docente encontra no materialismo histórico dialético as contribuições necessárias para o desenvolvimento de suas investigações.</p><p><strong>Palavras-chave:</strong> Método; Epistemologia; Pesquisa educacional; Formação docente.</p>2019-10-03T21:34:49+00:00Copyright (c) 2019 Revista Espaço do Currículohttps://periodicos.ufpb.br:443/index.php/rec/article/view/ufpb.1983-1579.2019v12n3.46181CONTRIBUIÇÕES DE BAKHTIN PARA PENSAR A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE ARTE PARA ALÉM DO CURRÍCULO2019-10-24T13:47:52+00:00Katyuscia Sosnowskikatyuscia.sosnowski@ifpr.edu.br<p class="resumo-western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Este estudo se sustenta na teoria do dialogismo de Mikhail Bakhtin para refletir sobre as relações dialógicas em uma experiência na formação de professores de arte que se propõe colaborativa. Na intenção de contribuir com o observatório de formação de professores de arte apresento nesse estudo uma reflexão sobre a potência dos enunciados na linguagem videográfica. Os dados discutidos são de uma pesquisa realizada com estudantes de licenciatura em artes visuais de uma universidade brasileira e uma estadunidense, com vistas a identificar como ocorrem os processos de autoria em experiências de formação colaborativas e a distância não previstas no currículo. À luz de uma perspectiva teórico/metodológica ético-estética, a qual pressupõe uma escuta ética e responsiva, atentamo-nos aos enunciados produzidos em vídeo por esses dois grupos de sujeitos participantes de um projeto de extensão. Os dados foram coletados a partir de videocartas legendadas e discussões em um ambiente virtual de aprendizagem. A partir das análises, é possível inferir que os enunciados das videocartas foram construídos a partir de múltiplas vozes nos dois contextos (brasileiro e estadunidense) conectando e movimentando os elos da cadeia dialógica. Promovendo ressonâncias no diálogo dos sujeitos e produzindo sentido entre eles. Há de se considerar também o impacto desse projeto no currículo de ambos os cursos, no que tange a curricularização da extensão e nos programas de licenciaturas internacionais .</span></p><p class="resumo-western"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><br /></span></p>2019-10-03T21:34:51+00:00Copyright (c) 2019 Revista Espaço do Currículohttps://periodicos.ufpb.br:443/index.php/rec/article/view/ufpb.1983-1579.2019v12n3.46095A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE ARTES VISUAIS NA CONTEMPORANEIDADE: reflexões filosóficas2019-10-24T13:48:24+00:00Janaína Corájanainacora@unochapeco.edu.brCláudia Battestinclaudiabattestin@hotmail.com<p>A pretensão desta escrita é articular autores cujas linhas de pensamento ajudem a fundamentar uma formação para professores de artes visuais que atuam na escola básica brasileira. Para isso, é necessário compreender com profundidade o conceito de arte e o que a diferencia, radicalmente, da cultura. Neste contexto de formação, outras questões precisam ser discutidas como: o espaço escolar, a atuação do professor que vivencia esse espaço de aprendizagem e primordialmente o aluno, sujeito para o qual a formação continuada se destina. A relação subjetiva professor e aluno também precisa ser revista, se o que se quer alcançar são novos modos de formação e aprendizagem escolar.</p>2019-10-03T21:34:53+00:00Copyright (c) 2019 Revista Espaço do Currículohttps://periodicos.ufpb.br:443/index.php/rec/article/view/ufpb.1983-1579.2019v12n3.46152A FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO: mediações na licenciatura em artes visuais2019-10-24T13:49:23+00:00Gerda Margit Schutz Foerstegerda_foerste@yahoo.com.brFernanda Monteiro Barreto Camargofmbcamargo@yahoo.com.br<p>O artigo analisa dimensões da formação de professores de arte no Estado do Espírito Santo (UFES), no período de 1997 a 2017. Os dados foram produzidos nas investigações do grupo de pesquisa (CNPq) Imagem, Tecnologias e Infâncias (GPITI), em colaboração com o Observatório da Formação de Professores no âmbito do Ensino de Arte (OFPEA/BRARG), em contextos vinculados à Universidade Federal do Espírito Santo. Como o curso de Licenciatura em Artes Visuais e o curso de Licenciatura em Educação do Campo, contribuem na implementação de políticas públicas de educação? Investiga a <em>práxis</em> de formação de professores de arte mediadas por dispositivos legais que orientam a formação docente no Brasil. Problematiza o currículo da licenciatura em face das lutas por educação pública para todos. Fundamenta a análise na categoria marxiano-lukacsiana das mediações, enquanto processos sociais que engendram práticas a partir dos contextos em que são produzidos. A formação de professores de arte é fomentada por políticas públicas e pela introdução de novas tecnologias de informação. Destaca-se o ingresso e participação de sujeitos advindos de contextos sociais diversos e suas culturas.</p>2019-10-03T21:34:54+00:00Copyright (c) 2019 Revista Espaço do Currículohttps://periodicos.ufpb.br:443/index.php/rec/article/view/ufpb.1983-1579.2019v12n3.46179A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE ARTES VISUAIS NA REGIÃO CENTRO-OESTE: currículos e políticas2019-10-24T13:50:05+00:00Vera Lucia Penzo Fernandesvera.penzo@ufms.br<p class="resumo">Considerando as ações articuladas de pesquisa sobre os processos de formação de professores em artes visuais, realizadas pelo Observatório de Formação de Professores de Arte Visuais, identificamos a necessidade de mapear dados sobre os cursos de licenciatura nessa área de conhecimento, na Região Centro-Oeste, com o objetivo explicitar os impactos das políticas educacionais para a definição das estruturas curriculares dos cursos de formação de professores de Artes Visuais. Realizamos a coleta de informações disponíveis no sistema E-mec e nos sites de cada curso. A partir de uma base sócio-histórica, realizamos a análise exploratória e apresentamos dados quantitativos sobre as instituições de ensino que ofertam os cursos e sua categoria administrativa, ano de credenciamento e de criação do curso, modalidade de ensino, se presencial ou a distância, tempo para integralização. Especialmente a partir da análise das estruturas curriculares, consolidamos algumas reflexões, expressas nos eixos temáticos: a relação entre a formação específica e a formação pedagógica; as interfaces com outras áreas de conhecimento; a continuidade e o retorno da polivalência na formação de professores de arte; a preocupação com as tecnologias digitais. Os resultados apontam para o crescimento dos cursos ofertados na modalidade a distância e o fechamento de cursos presenciais, para a necessidade de valorização das práticas artísticas e para a atualização das estruturas curriculares, como forma de cumprimento da legislação vigente. </p>2019-10-03T21:34:55+00:00Copyright (c) 2019 Revista Espaço do Currículohttps://periodicos.ufpb.br:443/index.php/rec/article/view/ufpb.1983-1579.2019v12n3.46193OBSERVATÓRIO DO PARANÁ: o movimento curricular das licenciaturas em artes visuais2019-10-24T13:50:57+00:00Consuelo Alcioni Borba Duarte Schlichtaconsuelo.ufpr@gmail.com<p>Esse estudo sobre o movimento curricular das licenciaturas em Artes Visuais tem origem nas discussões sobre a especificidade do conhecimento artístico no ensino de arte, a partir da pedagogia histórico‐crítica (SAVIANI, 2013). Busca-se pensar a contribuição do ensino de arte frente à alienação, ao poder hostil e destrutivo com que se defronta o(a) professor(a) (MÉSZÁROS, 2006), problematizando: o currículo proposto na licenciatura em Artes Visuais, da Universidade Federal (PR), corresponde às demandas de qualificação exigidas de quem atua no ensino de arte nos níveis fundamental e médio? Há aderência entre conhecimentos artísticos específicos e pedagógicos oferecidos na licenciatura em Artes Visuais (UFPR), os currículos das Secretarias de Educação e os conteúdos abordados na Educação Básica? Buscou-se compreender quem é o professor de carne e osso, a partir da crítica a tendência de se situar a subjetividade “dentro” e o social e o cultural “fora” do sujeito (GONZALEZ REY, 2012). Constatou-se que essa tendência encontrou expressão num projeto mais prescritivo de formação e menos aderente a investigação dos recursos subjetivos do professor no enfrentamento das situações cotidianas em sala de aula, a exemplo da prática institucionalizada de um único professor trabalhando com todas as linguagens. Enfim, como ele destrincha os conhecimentos específicos da arte (o quê) e os pedagógicos (o como) e o que resulta dessa amálgama, tendo em vista as condições cada vez mais adversas nas quais está mergulhada a escola no contexto atual brasileiro?</p>2019-10-03T21:34:56+00:00Copyright (c) 2019 Revista Espaço do Currículohttps://periodicos.ufpb.br:443/index.php/rec/article/view/ufpb.1983-1579.2019v12n3.46674CONTRIBUIÇÕES DOS FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS NA ATUAÇÃO DOCENTE DOS PROFESSORES EGRESSOS DO SUBPROJETO PIBID-ARTES VISUAIS DA UEPG/PR2019-10-24T13:52:01+00:00Ana Luiza ruschel Nunesanaluizaruschel@gmail.com<p>O presente artigo é um recorte de pesquisa pós-doutoral e objetiva apresentar as contribuições dos fundamentos teórico-metodológicos da formação inicial, na atuação docente de egressos do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID)/Subprojeto PIBID-Artes Visuais da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG/PR), realizado de 2009 a 2014.<strong> </strong>O PIBID é considerado uma política pública complementar de promoção e valorização da formação docente. Entende-se que a política pública é indicador de ações dos Poderes Públicos no contexto da Política Pública Nacional de Formação de Professores, que é parte de um projeto educacional do Estado Brasileiro. O estudo visa realizar uma reflexão sobre a pós-formação inicial e os processos formativos colaborativos na perspectiva da investigação-ação (CARR; KEMMIS, 1988), da pedagogia histórico-crítica de Saviani (2008) e a pedagogia libertadora de Freire (1987,1997, 2010) e sobre os impactos e contribuições da formação e atuação na práxis dos egressos do PIBID-Artes Visuais, na escola. Como resultado, entende que as contribuições são positivas e significativas no percurso profissional dos egressos. <strong></strong></p>2019-10-03T21:34:58+00:00Copyright (c) 2019 Revista Espaço do Currículohttps://periodicos.ufpb.br:443/index.php/rec/article/view/ufpb.1983-1579.2019v12n3.46682CURSOS DE LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS NA BAHIA: diálogos entre UFBA, UNIVASF e UFOB2019-10-24T13:52:35+00:00Flávia Maria de Brito Pedrosa Vasconcelosflapedrosa@gmail.com<p>Este texto busca descrever e aprofundar relações de construção dos currículos das licenciaturas em Artes Visuais na Bahia, tendo como foco encontros e discussões assim como entendimentos conceituais sobre o que vem a ser o currículo desde as Diretrizes Curriculares Nacionais homologadas em 2015. Por fim, busca tecer laços interinstitucionais entre UFBA, UNIVASF e UFOB na revisão sobre a formação de professores de Artes Visuais no estado, de forma não somente a atender perspectivas contemporâneas, mas de promover um espaço amplo de formação que reflita como caminho crítico no exercício e na responsabilidade da formação de docentes para espaços formais e não-formais de ensino.</p>2019-10-03T21:35:00+00:00Copyright (c) 2019 Revista Espaço do Currículohttps://periodicos.ufpb.br:443/index.php/rec/article/view/ufpb.1983-1579.2019v12n3.39971OS CONHECIMENTOS DAS ÁREAS VERSUS O OBJETO DAS ÁREAS: o currículo ressignificado2019-10-24T13:55:32+00:00Adreana Dulcina Plattadplatt@uel.brMarcelo Silveiracelosilveira@gmail.com<p>Este estudo investiga uma proposta de reorientação curricular para a educação pública. Consideramos como ponto de partida a ressignificação dos saberes oficialmente válidos pelas instituições educacionais. A intenção inicial será a problematização de que exista, nas diferentes áreas do conhecimento, um específico objeto de estudo. Para retratar esta tese elencamos, para análise, oito disciplinas das áreas comumente encontradas nos currículos do ensino fundamental da rede pública de Londrina/PR e Florianópolis/SC, a saber: biologia, matemática, língua portuguesa, língua estrangeira, história, geografia, educação física e arte-educação. A tese aponta que ao determinar o específico de estudo de cada área do conhecimento é possível ressignificar as relações curriculares, pelo realinhamento das perspectivas político-pedagógicas destes saberes.</p><p> </p>2019-10-03T21:35:01+00:00Copyright (c) 2019 Revista Espaço do Currículohttps://periodicos.ufpb.br:443/index.php/rec/article/view/ufpb.1983-1579.2019v12n3.40581ADAPTAR, ADEQUAR, DIFERENCIAR: reflexões a partir das políticas curriculares para o público-alvo da Educação Especial2019-10-24T13:56:35+00:00Yasmin Ramos Piresyasminpires@hotmail.comGeovana Mendonça Lunardi Mendesgeolunardi@gmail.com<p>O presente artigo tem como objetivo investigar como no conjunto de documentos que estamos nomeando como políticas curriculares, especialmente cinco textos curriculares criados pós Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva, em 2008, vêm evidenciando movimentos curriculares como adaptação, adequação ou diferenciação curricular como formas de inclusão do público-alvo da Educação Especial. O desenvolvimento metodológico deste trabalho deu-se por meio de pesquisa documental, investigando-se alguns dos textos políticos se referem a estes movimentos e que advogam na defesa de um determinado termo como processo de inclusão. Esta pesquisa fez parte do projeto intitulado “Escolarização de alunos com deficiência intelectual: políticas públicas, processos cognitivos e avaliação da aprendizagem” que procurou investigar as formas de escolarização dos alunos com deficiência intelectual inseridos na sala de aula regular e no Atendimento Educacional Especializado. Essa discussão, portanto, é um aprofundamento de questões curriculares presentes no projeto. A análise das políticas curriculares realizadas neste artigo identificou que poucas são as evidências dos movimentos curriculares de adaptação, flexibilização e/ou diferenciação curricular como possibilidades para a inclusão dos alunos público-alvo da Educação Especial. De acordo com a leitura atenta, por meio das políticas curriculares pesquisadas, os tipos de movimentos curriculares aqui conceituados não são representados como formas efetivas de possibilidade de trabalho pedagógico para o público-alvo da Educação Especial.</p>2019-10-03T21:35:02+00:00Copyright (c) 2019 Revista Espaço do Currículohttps://periodicos.ufpb.br:443/index.php/rec/article/view/ufpb.1983-1579.2019v12n3.40684PROFESSORES, BNCC E CONSTRUÇÃO DE CURRÍCULO NA CULTURA DIGITAL2019-10-24T13:57:11+00:00Edna Araujo dos Santos Oliveiraednaaoliv@gmail.comRoseli Zen Cernyrosezencerny@gmail.com<p class="normal">Neste artigo, apresentamos a revisão sistemática realizada para a composição da pesquisa sobre as “vozes” dos professores na construção de currículo com base na cultura digital. A pesquisa se contextualiza na reforma curricular que institui a Base Nacional Comum Curricular e dialoga com Sacristán, Bardin e Romanowski para o constructo da análise. Na pesquisa, utilizamos a abordagem quantitativa, tendo como critério a seleção de publicações da temática e abordagem qualitativa, para a análise de conteúdo do material selecionado. Concluímos que os movimentos de reformas curriculares no Brasil e as demandas resultantes dessas mudanças, como as transformações socioculturais frente aos avanços da valorização do professor enquanto intelectual transformador encontram-se distantes da realidade vivida. Por fim, apontamos a necessidade do reconhecimento das vozes dos educadores na construção dos currículos oficiais e a necessidade imanente da discussão sobre o currículo na cultura digital.</p><p class="normal"> </p>2019-10-03T21:35:04+00:00Copyright (c) 2019 Revista Espaço do Currículohttps://periodicos.ufpb.br:443/index.php/rec/article/view/ufpb.1983-1579.2019v12n3.42014DA MEMÓRIA: movimentos de “não esquecer” em currículos de Língua Portuguesa da cidade de São Paulo.2019-10-24T14:00:18+00:00Felipe de Souza Costafedesouzacosta@gmail.com<p>Este artigo tem como objetivo verificar como a categoria “memória discursiva” permite movimentos de esquecimento e lembrança, principalmente no que diz respeito à concepção de linguagem, a partir de um <em>corpus</em> constituído por cinco documentos curriculares de Língua Portuguesa, publicados em gestões e épocas diferentes, os quais foram coletados no setor de Memória Técnica da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. Para tanto, filiamo-nos à Análise do Discurso de orientação francesa para discutir os dados. A categoria de análise, em confronto com os dados, demonstrou que o esquecimento e apagamento de concepções e abordagens propostas nos documentos curriculares estão, de alguma forma, ligadas a um ideário político-ideológico das gestões que atuaram na produção dos respectivos currículos.</p>2019-10-03T21:35:05+00:00Copyright (c) 2019 Revista Espaço do Currículohttps://periodicos.ufpb.br:443/index.php/rec/article/view/44716BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR: é currículo prescrito ou documento norteador?2019-10-24T14:01:08+00:00Luzia de Marilac Pereira Castrons3ead@yahoo.com.brSandra Márcia Campos Pereirasandra.campos@uesb.edu.br<p>Na obra <em>Base Nacional Comum Curricular: dilemas e perspectivas, </em>os autores trazem uma discussão sobre as bases legais que deram sustentação à elaboração de um currículo nacional, fazem um recorte temporal das legislações que tratam de currículo desde o ano de 1823 aos dias atuais, trazem para o debate conceitos que estão na base e problematizam-os à luz de teóricos que discutem currículo. O livro está organizado em cinco capítulos que podem ser lidos e discutidos separadamente, mapeia várias publicações relativas à BNCC logo na apresentação da obra. Além da referência da obra, também há uma referência exclusiva de publicações referentes a Base com autores conceituados, como: Alice Casimiro Lopes, Elizabeth Macedo, Inês Barbosa Oliveira, Ana Maria Saul, entre outros. O livro resenhado é uma importante ferramenta no âmbito das discussões curriculares, pois traz aspectos históricos para entendermos como no passado esse assunto foi tratado e traz o panorama atual do debate em torno da BNCC.</p>2019-10-03T21:35:07+00:00Copyright (c) 2019 Revista Espaço do Currículo