Revista Evidenciação Contábil & Finanças https://periodicos.ufpb.br/index.php/recfin <p>Revista do <a href="http://www.ccsa.ufpb.br/ppgcc/">Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis</a> da UFPB, em parceria com o <a href="http://www.ccsa.ufpb.br/contabeis/">Departamento de Finanças e Contabilidade</a> dessa instituição, estando atualmente classificada no estrato <strong>Qualis B3</strong>. Consta em <a href="/ojs2/index.php/recfin/about/editorialPolicies#custom-3">Indexadores e Diretórios</a> como: SPELL, DOAJ, Ebsco, e-Revist@s, Latindex, Sumários, entre outros. A <strong>RECFin</strong> é publicada quadrimestralmente, com oito artigos identificados pelo <strong>DOI</strong> (<em>Digital Object Identifier</em>), sendo ainda disponibilizados na modalidade <strong><em>ahead of print</em></strong>.</p> UFPB pt-BR Revista Evidenciação Contábil & Finanças 2318-1001 <span>Autores que publicam na <strong>RECFin</strong> concordam com os seguintes termos:</span><br /><ol type="a"><ol type="a"><li>Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a <a href="http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/" target="_new">Licença Creative Commons Attribution</a> que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista;</li><li>Em virtude de aparecerem nesta revista de acesso público, os artigos são de uso gratuito, com atribuições próprias, em aplicações educacionais e não-comerciais;</li><li>A revista permitirá o uso dos trabalhos publicados para fins não-comerciais, incluindo direito de enviar o trabalho para bases de dados de acesso público.</li></ol></ol> Editorial https://periodicos.ufpb.br/index.php/recfin/article/view/47880 Adriana Fernandes de Vasconcelos Copyright (c) 2019 Revista Evidenciação Contábil & Finanças http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2019-09-02 2019-09-02 7 3 1 4 Utilização de Contratos Futuros de Commodities como Forma de Otimizar Carteiras de Investimentos do Mercado Brasileiro https://periodicos.ufpb.br/index.php/recfin/article/view/42491 <p><strong>Objetivo:</strong> Avaliar a eficácia da utilização de contratos futuros de commodities como mecanismo de otimização das carteiras de investimentos.</p><p><strong>Fundamento:</strong> O estudo apoia-se na teoria de diversificação do portfólio, com a premissa de que os investidores são avessos ao risco e com isso elaboram carteiras tangentes à fronteira de eficiência, com maior retorno esperado para determinado nível de risco.</p><p><strong>Método:</strong> Foram compostas carteiras com contratos futuros de commodities e elaboradas cinco estratégias de investimentos com e sem esses contratos, utilizando os retornos esperados e a matriz de covariância para calcular os pesos dos ativos nas carteiras. A análise contempla o período de 2011-2016 e os subperíodos de 2011-2013 e 2014-2016, caracterizados, respectivamente, por expansão e contração econômica.</p><p><strong>Resultados:</strong> Os testes empíricos revelaram que (i) os portfólios com contratos futuros oferecem potencial de diversificação para carteiras compostas majoritariamente pelo mercado de ações (ii) apenas carteiras com contratos vendidos de café tocaram a zona de eficiência, de forma que os contratos de boi e milho não mostraram evidências de contribuição para otimização. (iii) carteiras compostas majoritariamente pelo IFIX, IAM-B, dólar e CDI foram as composições mais eficientes devido a particularidades do mercado de capital brasileiro, como alta taxa de juros, ambiente inflacionário e depreciação cambial durante o período.</p><p><strong>Contribuições:</strong> Os resultados do estudo (i) fornecem perspectiva sobre o uso dos contratos futuros de commodities para reduzir ou não os riscos de portfólios de investimentos; (ii) destacam que esses resultados podem ser distintos em momentos de expansão ou retração econômica; (iii) corroboram estudos anteriores sobre o uso de contratos futuros de commodities para otimização de carteiras de ações, porém se diferenciando quando levada essa análise para ativos imobiliários e títulos de renda fixa.</p> Marília Cordeiro Pinheiro André Ricardo Moncaico Zanon José Alves Dantas Bruno Vinícius Ramos Fernandes Copyright (c) 2019 Revista Evidenciação Contábil & Finanças http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2019-09-02 2019-09-02 7 3 5 23 10.22478/ufpb.2318-1001.2019v7n3.42491 Restrições ao Crédito: Uma Análise Comparativa entre Empresas Brasileiras de Capital Aberto e Fechado https://periodicos.ufpb.br/index.php/recfin/article/view/43968 <p><strong>Objetivo:</strong> O objetivo deste estudo é analisar as potenciais diferenças em relação à restrição ao crédito entre empresas de capital aberto e fechado e, para tanto, foram coletadas informações financeiras de 291 empresas brasileiras de capital aberto e 325 empresas de capital fechado, de 2012 a 2016.</p><p><strong>Fundamento</strong>: As teorias clássicas de finanças defendem que a assimetria de informações é uma das principais causas para fortalecer a barreira entre investidores e empresas. A partir disso, seria plausível presumir que empresas abertas tem menor dificuldade para conseguir capital, próprio ou de terceiros, dado seu maior nível de <em>disclosure</em>. <strong></strong></p><p><strong>Método: </strong>Regressão em painel, tendo caixa como a variável dependente e fluxo de caixa como a principal variável explicativa.</p><p><strong>Resultados:</strong> Os resultados apontam que empresas de capital aberto têm maior dependência do caixa e fluxo de caixa em relação às empresas de capital fechado. Uma sub amostra construída utilizando o <em>propensity score matching</em> corroborou os resultados do estudo. Isso implica na existência de maior restrição ao crédito para empresas de capital aberto do que para as empresas de capital fechado.</p><p><strong>Contribuições:</strong> As principais causas por trás dos resultados inesperados são as particularidades do mercado de crédito brasileiro (forte atuação do BNDES), associadas ao fato de que empresas de capital aberto foram, em média, mais afetadas pela recessão econômica de 2015-2016 do que as empresas as empresas de capital fechado.</p> Adriana Bruscato Bortoluzzo Gabriel Ribeiro Vieira Rezende Copyright (c) 2019 Revista Evidenciação Contábil & Finanças http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2019-09-02 2019-09-02 7 3 24 38 10.22478/ufpb.2318-1001.2019v7n3.43968 Sinalização de Inconsistências a Partir do Patrimônio Declarado de Políticos no Brasil: Aplicação da Lei Newcomb-Benford https://periodicos.ufpb.br/index.php/recfin/article/view/41903 <p><strong>Objetivo:</strong> Buscar indícios de inconsistências ou sinalização de eventuais fraudes ou outros ilícitos financeiros nos bens declarados pelos candidatos a cargos políticos por meio da aplicação da Lei Newcomb-Benford (NB).</p><p><strong>Fundamento</strong>: A pesquisa de natureza principalmente empírica fundamenta-se na capacidade da informação patrimonial ser útil à análise de fatos econômico-financeiros, bem como na capacidade da Lei NB sinalizar potenciais distorções na declaração de bens, considerando a distribuição observada e a esperada.</p><p><strong>Método:</strong> Aplica-se a Lei NB, em relação aos primeiros dígitos dos valores dos bens, comparando a distribuição observada com a distribuição esperada, a partir de testes e indicadores estatísticos (Nigrini, 2012). Em segundo momento, os dígitos discrepantes são analisados mediante a relevância dos desvios de quantidade e valor (Bugarin &amp; Cunha, 2015). A aplicação dos critérios indicados pela NB e do desvio de médias permite identificar os itens de bens declarados potencialmente inconsistentes.</p><p><strong>Resultados:</strong> A análise de primeiros dígitos permitiu identificar seis dígitos discrepantes, sendo dois que divergem em quantidade superior ao esperado. Detalhadamente, após aplicação dos métodos, nesses dígitos identificou-se bens potencialmente com valores de primeiros dígitos inconsistentes, entre os quais dinheiro declarado em espécie em moeda estrangeira e nacional, considerados bens típicos de uso em lavagem de dinheiro.</p><p><strong>Contribuições:</strong> Os resultados da pesquisa demonstram a utilidade da aplicação da Lei NB aos órgãos de controle na busca de indícios de bens com valores potencialmente inconsistentes ou fraudados, e avança além da indicação da convergência à NB para revelar os itens divergentes dentro da amostra.</p> Jonatas Dutra Sallaberry Leonardo Flach Mauricio Mello Codesso Luiz Fernando Rodrigues Copyright (c) 2019 Revista Evidenciação Contábil & Finanças http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2019-09-02 2019-09-02 7 3 39 59 10.22478/ufpb.2318-1001.2019v7n3.41903 Instituto Compliance no Brasil e a Eficácia na Mitigação ao Risco Corporativo https://periodicos.ufpb.br/index.php/recfin/article/view/41536 <p><strong>Objetivo: </strong>Investigar a relação entre as práticas de <em>compliance</em> e sua eficácia na resposta aos riscos corporativos no Brasil.</p><p><strong>Fundamento: </strong>Neste trabalho, a discussão partiu da análise do comportamento dos profissionais de organizações brasileiras, quanto à capacidade organizacional de resposta a fraudes e riscos regulatórios sob o prisma da orientação COSO ERM (2007), considerando a probabilidade e o impacto da ocorrência do evento.<strong></strong></p><p><strong>Método:</strong> Baseado no pressuposto de que <em>compliance</em> representa um fator preponderante na redução aos riscos, foram aplicados testes para medir a capacidade de resposta a eventos de fraudes e regulatórios diante de uma cultura de <em>compliance</em> disseminada, através de uma amostra composta por dois grupos distintos de profissionais, como forma de ampliar o potencial explicativo do estudo e possibilitar a possível influência da característica desta amostra na capacidade de resposta aos riscos.<strong></strong></p><p><strong>Resultados:</strong> Foram encontradas diferenças significativas para estrutura de <em>compliance</em> entre os grupos da amostra, porém não existiram diferenças estatísticas em relação à capacidade de resposta ao risco. Nos resultados da distribuição dos dados por grupo amostral, o comportamento da amostra está aquém do esperado, quando relacionados à característica da população a frequência da suscetibilidade de ocorrência dos riscos.<strong></strong></p> Hildegardo Pedro Araujo de Melo Adilson Celestino De Lima Copyright (c) 2019 Revista Evidenciação Contábil & Finanças http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2019-09-02 2019-09-02 7 3 60 82 10.22478/ufpb.2318-1001.2019v7n3.41536 Evidenciação de Informações por Segmento de Negócios: Estudo com Empresas Brasileiras, Alemãs, Francesas e Norte-Americanas do Setor de Siderurgia e Metalurgia https://periodicos.ufpb.br/index.php/recfin/article/view/44956 <p class="PargrafoTexto"><strong>Objetivo:</strong> O objetivo do estudo foi analisar o nível de evidenciação de empresas brasileiras, alemãs, francesas e norte americanas do setor de siderurgia e metalurgia, comparativamente às exigências do IFRS 8 quanto à publicação por segmentos de negócios.</p><p class="PargrafoTexto"><strong>Fundamento:</strong> A globalização dos negócios e dos mercados, mesmo que relativa, trouxe a necessidade de harmonização mundial da linguagem contábil, surgindo daí a criação do IASB, órgão de normatização independente e responsável pela emissão das IFRS. De forma análoga, há a preocupação de ampliar e melhor qualificar a evidenciação de informações contábeis ao mercado, destacando-se neste estudo aquelas referentes às publicações por segmentos de negócios.</p><p class="PargrafoTexto"><strong>Método: </strong>Trata-se de uma pesquisa documental, exploratória, de caráter descritivo e quali-quantitativo. Aplicou-se a análise de conteúdo nos relatórios das demonstrações contábeis do exercício de 2015, de companhias listadas na Bolsa de Valores de Frankfurt, BM&amp;FBovespa, Euronext Paris e Bolsa de Valores de Nova York.</p><p class="PargrafoTexto"><strong>Resultados:</strong> Os achados mostram que 24% das 33 empresas pesquisadas não apresentam informações por segmento. Os níveis de evidenciação das empresas situam-se em 79%, 63%, 76% e 66% pelas empresas alemãs, brasileiras, francesas e norte-americanas, respectivamente. Observa-se que as empresas brasileiras têm ainda um largo espaço para evoluir em relação às empresas dos outros países.</p><p class="PargrafoTexto"><strong>Contribuições:</strong> Quanto ao mercado, a contribuição destaca aquelas categorias menos presentes na evidenciação, as quais podem ser críticas na decisão de analistas e investidores. Quanto ao meio acadêmico, destaca-se um conteúdo conceitual para as disciplinas de evidenciação contábil e auditoria e nos respectivos procedimentos práticos para evidenciação (pelas empresas informantes) e serviços de revisões (pelas empresas de auditoria).</p> Bibiana Fraga Gonçalves Marcos Antônio de Souza Débora Gomes de Gomes Marcia Bianchi Copyright (c) 2019 Revista Evidenciação Contábil & Finanças http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2019-09-02 2019-09-02 7 3 83 104 10.22478/ufpb.2318-1001.2019v7n3.44956 Deficiências dos Controles Internos das Empresas Listadas na[B3] https://periodicos.ufpb.br/index.php/recfin/article/view/41207 <p><strong>Objetivo:</strong> O presente estudo identificou os tipos de deficiências de controles internos reportados pelas empresas participantes da carteira teórica do IBOVESPA.</p><p><strong>Método:</strong> A pesquisa de natureza descritiva, documental e com abordagem quali-quanti analisou dados referentes ao período de 2010-2015 de 32 empresas listadas na [B]³. Os dados foram coletados nos Formulários de Referência disponíveis no sítio eletrônico da CVM, sendo aplicado análise de conteúdo, estatística descritiva e o Teste <em>Kruskal-Wallis</em> para diferenças entre os grupos. As categorias utilizadas foram as mesmas de Ge &amp; McVay (2005) de modo a possibilitar a comparabilidade entre as pesquisas.</p><p><strong>Resultado:</strong> Os resultados evidenciaram que 87% das deficiências reportadas com informações suficientes para categorizá-las referiram-se a: (i) Treinamento – 23%, (ii) Falhas Tecnológicas – 20%, (iii) Falhas em Subsidiárias – 17%, (iv) Contas Específicas – 15% e (v) Segregação de Funções – 12%. Além disso, das 270 deficiências reportadas, 132 não apresentaram detalhamentos suficientes para identificá-las, o que sugere necessidade de maior intervenção por parte dos reguladores.</p><p><strong>Contribuições:</strong> O estudo contribui com a literatura sobre o tema, analistas e reguladores na medida em que apresenta um panorama das deficiências dos controles internos reportadas pelas empresas com maior volume de negociações em bolsa na [B]³.</p> Isabella Mariana de Oliveira Lopes Vagner Antônio Marques Luiz Cláudio Louzada Copyright (c) 2019 Revista Evidenciação Contábil & Finanças http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2019-09-02 2019-09-02 7 3 105 126 10.22478/ufpb.2318-1001.2019v7n3.41207 Maiores ONGs do Setor Ambiental: Uma Análise da Diversificação das Receitas https://periodicos.ufpb.br/index.php/recfin/article/view/43673 <p><strong>Objetivo:</strong> Identificar o nível de diversificação de receitas das maiores Organizações Não Governamentais (ONGs) ambientais do mundo.</p><p><strong>Fundamento: </strong>A credibilidade é um aspecto fundamental para o setor das organizações sem fins lucrativos, pois um equívoco administrativo pode comprometer os fluxos de caixa futuros ou até mesmo decretar o fim da organização (Conway et al., 2015). Nesse sentido, a composição e o nível de diversificação das receitas dessas organizações estão relacionados com a continuidade destas.</p><p class="Default"><strong>Método:</strong> O demonstrativo contábil que evidencia as receitas auferidas das 34 ONGs do setor ambiental, relativos aos anos de 2017, 2016 e 2015, foi analisado. As ONGs estrangeiras comumente divulgam essa informação no <em>Statement of Activities</em>. Por meio da análise dos tipos de receita, foram elaboradas quatro categorias agregadoras, a saber: “Receita Externa”, “Receita Própria”, “Investimento e Juros” e “Outros”. A Receita Externa, por possuir características específicas, foi subdividida em três grupos, a saber: Doação, Subvenção e Híbrido. As receitas auferidas pelas ONGs da amostra foram classificadas nas categorias elaboradas e mensurada a sua representatividade. Com o objetivo de medir o nível de diversificação, foi utilizado o indicador Hirschman–Herfindahl (HHI).</p><p><strong>Resultados:</strong> Os principais achados evidenciaram uma ampla dependência de receitas externas, oscilando em aproximadamente 90% em relação à receita total do conjunto de organizações. A Receita Própria apresentou representatividade de aproximadamente 8% no período, enquanto a soma dos valores classificados como Investimento e Juros e Outros completa os 2% restantes. Os resultados indicam que as ONGs analisadas não apresentaram receitas diversificadas, tendo em vista que a maioria destas não apresentou indicador HHI superior a 0,50. Este nível de diversificação está alinhado com aqueles sugeridos por Carroll e Stater (2009), e acima daqueles indicados por Shea e Wang (2016).</p><p><strong>Contribuições: </strong>Percebe-se a necessidade de classificação mais adequada das receitas, de maneira que as contas sejam dispostas de maneira mais analítica possível. Deste modo, receitas com origens distintas não estariam dispostas em conjunto. Ademais, o estudo contribui para o avanço da discussão sobre a transparência da ONGs a partir da análise de um dos seus demonstrativos.<strong></strong></p> Fábio Minatto Ernesto Fernando Rodrigues Vicente José Alonso Borba Copyright (c) 2019 Revista Evidenciação Contábil & Finanças http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2019-09-02 2019-09-02 7 3 127 148 10.22478/ufpb.2318-1001.2019v7n3.43673 Avaliação de Desempenho na Gestão de Recursos Hídricos: Uma Revisão da Literatura https://periodicos.ufpb.br/index.php/recfin/article/view/44588 <p><strong>Objetivo:</strong> Esta pesquisa objetiva mapear, na literatura científica internacional, características dos estudos que avaliem o desempenho da Gestão de Recursos Hídricos, de modo a contribuir para sua preservação no âmbito social, econômico e ambiental, para apontar oportunidades de futuras investigações.</p><p><strong>Fundamento:</strong> A compreensão de que o uso inadequado da água pode reduzir sua disponibilidade atual e de futuras gerações tem impulsionado formação e fortalecimento de medidas organizacionais em busca da maneira mais adequada para enfrentar esse desafio. À vista disso, a Avaliação de Desempenho é ferramenta útil para examinar a racionalidade do Sistema de Gestão de Recursos Hídricos e realizar sua utilização sustentável e eficiente.</p><p><strong>Método:</strong> Foi utilizado o instrumento de intervenção <em>ProKnow-C</em> para seleção e análise da literatura científica, formando um Portfólio Bibliográfico de 40 artigos.</p><p><strong>Resultados:</strong> Área é considerada emergente; falta consenso dos pesquisadores sobre o que são medidas e métricas; poucos trabalhos apresentam um Sistema completo de Avaliação de Desempenho; existem falhas no nível métrico nos artigos analisados, destacando o uso excessivo de métricas quantitativas para avaliar o desempenho.</p><p><strong>Contribuições:</strong> O artigo serve de incentivo para novas pesquisas sobre o tema, pois muito ainda deve ser aprimorado e estudado na área para promover uma gestão mais bem capacitada desse recurso indispensável para a vida.</p> Sara Meurer Sandra Rolim Ensslin Hans Michael van Bellen Copyright (c) 2019 Revista Evidenciação Contábil & Finanças http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2019-09-02 2019-09-02 7 3 149 172 10.22478/ufpb.2318-1001.2019v7n3.44588