PHYLOGENETIC SIGNIFICANCE, TAXONOMIC STATUS AND THE SCIENTIFIC NAMES OF THE BRAZILIAN OYSTERS

Autores/as

  • K V Singarajah

Resumen

A posição sistemática das Ostras brasileiras é discutida assim como o seu significado filogenético.

Taxonomicamente, as três espécies comuns podem ser referidas ao gênero Crassostrea, enquanto uma quarta, menos comum, pode ser colocada no gênero Ostrea.

Evideência válida indica que estas Ostras poreriam haver tido uma origem difilétic, durante o trássico, a partir de dois gêneros diferentes, Gryphaea e Lopha. Entre as espécies do gênero Crassostrea, o maior tipo, Crassostrea paraibanensis compartilha muitos caracteres genéricos com o estoque ancestral de Crassostrea gryphoides e, muito provavelmente, é descendente dela. Experiências genéticas negam a idéia que Crassostrea brasiliana seja filogeneticamente dirivada do estoque Atlântico-Pacífico do qual as duas espécies norte-americanas derivariam e, consequentemente, poderia ser igualmente descendente do estoque gryphoides.A posição de Crassostrea sp. é ainda incerta e precisa-se de muitas pesquisas anatômicas e fisiologicas para se chegar a melhores conclusões.

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Cómo citar

Singarajah, K. V. (1979). PHYLOGENETIC SIGNIFICANCE, TAXONOMIC STATUS AND THE SCIENTIFIC NAMES OF THE BRAZILIAN OYSTERS. Revista Nordestina De Biologia, 1(1), 11–20. Recuperado a partir de https://periodicos.ufpb.br/index.php/revnebio/article/view/10288

Número

Sección

Artigos