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        <journal-title>No Template</journal-title>
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        <article-title>ENTRE O TRADICIONAL E O NOVO NOS ESTUDOS DA DEFESA: UM BALANÇO DO DOSSIÊ TEMÁTICO DO III ERABED BETWEEN THE TRADITIONAL AND THE NEW IN THE STUDIES OF THE DEFENSE: A BULLANCE OF THEME DOSSIER OF THE III ERABED A</article-title>
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            <givenName>Augusto W M</givenName>
            <surname>Teixeira Júnior</surname>
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          <email>augustoteixeirajr@gmail.com</email>
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        </contrib><aff id="aff0"><institution>de professores da Bahia, de Sergipe, de Alagoas, Universidade Federal da Paraíba</institution>
          <country>da Paraíba</country>
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        <title>Abstract</title>
        <p>Conforme sintetizado no texto da Chamada deste dossiê, o evento reuniu, além de palestras e minicursos</p>
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        <title>Keywords</title>
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      <p>Associação Brasileira de Estudos de Defesa (ABED) representa a mais de uma década o crescimento e consolidação de uma comunidade epistêmica que contribui ativamente para pensar o passado, presente e o futuro da defesa nacional. Nos últimos anos, num esforço de promover os estudos de defesa em todo o Brasil, a associação propôs e apoiou os Encontros Regionais da Associação Brasileira de</p>
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      <title>Estudos de Defesa (ERABED).</title>
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      <p>Não obstante a distância em relação aos grandes centros acadêmicos e decisórios na área, deu-se em novembro de 2017 a terceira edição Nordeste do ERABED, Ocorrido na Os próximos três artigos abordam a questão das ameaças não tradicionais e seus impactos para o Estado. Em "A Crise Do Estado-Nação e a Segurança Nacional", Gabriela Cilda</p>
      <p>Chaul Cruz (UNB) e Luiz Guilherme de Oliveira (UNB) analisam a questão dos desafios à soberania no contexto de fluxos, conectividade e vulnerabilidade do Estado em face a atores não-estatais. Como recorte, o artigo lança luz nas ameaças do "cybercrime". Em suas considerações finais, o artigo chama atenção para a necessidade de modernização da Defesa Nacional diante de uma realidade internacional em transformação.</p>
      <p>Ainda no sentido de pensar respostas aos desafios cibernéticos, no artigo "Ação Como se pode observar pela pluralidade e pertinência dos temas que compõem o dossiê em tela, os estudos de defesa no Brasil apresentam prospectos de um futuro robusto, impulsionado por ousadia intelectual, qualidade acadêmica e a capacidade de pensar problemas nacionais com base em teorias, modelos e conceitos da área. É com essas palavras que me despeço deste ensaio de apresentação e convido a todos à leitura do Dossiê Temático "O Brasil, os desafios da defesa nacional e as políticas públicas".</p>
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          <title>Universidade Federal de Sergipe (UFS), o tema central do evento foi a discussão sobre os novos documentos de Defesa Nacional. A partir da organização do Departamento de Relações Internacionais (DRI-UFS), em colaboração com o Departamento de Relações Internacionais da Universidade Federal da Paraíba (DRI/UFPB), o evento logrou articular docentes, pesquisadores e estudantes dos mais variados estados da região. Conforme sintetizado no texto da Chamada deste dossiê, o evento reuniu, além de palestras e minicursos de professores da Bahia, de Sergipe, de Alagoas, de Pernambuco, da Paraíba 1 Doutor em Ciência Política (UFPE) e Pós-doutorando em Ciências Militares (ECEME). Professor do Curso de Relações Internacionais e do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política e Relações Internacionais, ambos da UFPB. Pesquisador do INCT-INEU. Coordenador do Grupo de Pesquisa em Estudos Estratégicos e Segurança Internacional (GEESI/UFPB). A ENTRE O TRADICIONAL E O NOVO NOS ESTUDOS DA DEFESA: UM BALANÇO DO DOSSIÊ TEMÁTICO DO III ERABED RICRI Vol. 6, No. 11, pp. 1-4 2 e do Rio Grande do Norte, inúmeros trabalhos, frutos de resultados de pesquisa de graduação e pós-graduação, agrupados em variadas sessões temáticas que tornaram explícita a existência de massa crítica voltada à conexão entre Relações Internacionais, Defesa Nacional e Segurança Internacional na região Nordeste do País. A partir da colaboração entre a Editoria-Chefe da Revista de Iniciação Científica em Relações Internacionais (RICRI/UFPB), em parceria com a Associação Brasileira de Estudos de Defesa (ABED), surgiu a possibilidade da organização do presente Dossiê Temático com título "O Brasil, os desafios da defesa nacional e as políticas públicas". Inicialmente voltado para a apreciação dos trabalhos apresentados no decorrer do III ERABED, o número recebeu submissões de trabalhos que não foram apresentados no evento e de pesquisadores de fora da região nordeste. O dossiê contou como editores os professores Augusto W. M. Teixeira Júnior (DRI/UFPB), Corival Alves do Carmo (DRI/UFS), Edson Tomaz de Aquino (DRI/UFS) e Érica C. A. Winand (DRI/UFS e ABED). Composto por seis artigos acadêmicos, o dossiê temático traz em seu conjunto contribuições que refletiram preocupações e debates pertinentes à proposta do III ERABED. De forma a apresentar de forma sintetiza os temas e os autores que contribuíram para esse volume, apresentamos a seguir um breve balanço sobre cada trabalho. Trazendo a interconexão entre poder militar e política externa, em "As Forças Armadas Nigerianas nas Operações de Paz da ONU: Uma Atuação Estratégica", Maria Eduarda Freire (UFPB) analisa como essa modalidade de emprego compõe um expediente não apenas no campo militar, mas também da política externa nigeriana. Com base no estudo da literatura especializada e de fontes primárias, a autora apresenta ao longo do artigo como a atuação das Forças Armadas da Nigéria em Operações de Paz converge para a busca do país em promover a estabilidade no continente africano. Um segundo tema que se faz presente neste volume é a questão entre gênero e forças armadas. Sobre esse assunto, o artigo de Stela Medeiros Dantas Rocha (UFPB) -"A Presença das Mulheres Nas Forças Armadas Brasileiras: Uma Análise da Sua Inserção e os Desafios Atuais" -traz o panorama da inserção das mulheres nas Forças Armadas no AUGUSTO W. M. TEIXEIRA JÚNIOR RICRI Vol. 6, No. 11, pp. 1-4 Brasil, suas conquistas passadas e desafios presentes. Ancorado na bibliografia pertinente ao tema e em dados secundários de institutos como o Igarapé, o texto conclui que não obstante os avanços na inserção feminina nos quadros militares brasileiros, restrições ao acesso a armas de combate ainda constituem um fator limitante da igualdade de gênero nas forças armadas. Um terceiro tema que se destaca no dossiê é o pensamento de defesa brasileiro. Em "A Escola Superior de Guerra (1949-1967) e Clausewitz: Uma Breve Discussão Sobre o Nexo Entre Guerra e Política no Brasil", Anna Carolina Monéia Farias (Unesp) lança luz sobre o pensamento de defesa brasileiro em perspectiva comparada. O artigo propõe um importante exercício intelectual: analisar e comparar o pensamento estratégico da Escola Superior de Guerra (ESG) em contraste com a Teoria da Guerra de Carl von Clausewitz. Tendo como recorte o pensamento esguiano até o governo Castello Branco, o texto é uma relevante contribuição para entender como o desenvolvimento das reflexões estratégicas no Brasil, mesmo quando atrelados ao poder militar, diferem substancialmente do pensamento desenvolvido na Europa. Não obstante a criação da Doutrina de Segurança Nacional (DSN) pela ESG, o texto revela como temas não-tradicionais de segurança como desenvolvimento e política nacional compõem a guisa de preocupações daquela que era a principal escola de pensamento estratégico de Estado à altura.</title>
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          <title>forma de assegurar segurança no espaço cibernético.Fora da esfera virtual e ancorando a reflexão na dinâmica da fronteira entre Brasil e Paraguai, em "Soberania e fronteira, dois conceitos de duas dimensões: diplomacia, defesa e segurança na fronteira entre Brasil e Paraguai", Maurício Kenyatta Barros da Costa (UNB) e Alex Jorge das Neves (PM/GO) abordam um tema da primeira ordem da agenda nacional: a articulação entre defesa, segurança pública e política externa. Lançando luz sobre a região fronteiriça entre Brasil e Paraguai, os autores analisam desde o panorama histórico de problemas de e na fronteira entre os dois países, a emergência dos ilícitos transnacionais como ameaças à soberania e à segurança pública e as dificuldades na coordenação burocracias interagências responsáveis pela manutenção da soberania interna e externa.</title>
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