Revista Temas em Educação https://periodicos.ufpb.br/index.php/rteo <p><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Criada em 1991, a Revista Temas em Educação (RTE) publicou seu primeiro número na versão online em 2009. Com publicação quadrimestral e contínua, a partir de 2019, a RTE é uma revista eminentemente acadêmica, organizada pelo Programa de Pós-graduação em Educação da UFPB. </span><span style="vertical-align: inherit;">Sua prioridade é divulgar produções que resultem de estudos e pesquisas científicas de âmbito nacional e internacional.&nbsp;</span></span></p> <p>&nbsp;</p> <p><strong><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Qualis 2013-2016:</span></span></strong></p> <p><strong><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">B2&nbsp;</span></span></strong><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;"> (Ensino; Linguística e Literatura),</span></span></p> <p><strong>B3&nbsp;</strong>(Educação; Ciências da Religião e Teologia; Administração Pública e de Empresas; Ciências Contábeis e Turismo; Ciências Ambientais)</p> <p><strong>B4&nbsp;</strong>(Psicologia; Serviço Social) e</p> <p><strong>B5&nbsp;</strong>(Sociologia; Educação Física)</p> <p><strong>ISSN: </strong>0104-2777 (Versão Impressa)</p> <p><strong>eISSN: </strong>2359-7003 (Versão On-line)</p> Editora da UFPB pt-BR Revista Temas em Educação 0104-2777 <p>Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:</p> <p>. Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a&nbsp;<a href="https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/" target="_new">Licença Creative Commons Attribution</a>&nbsp;que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.</p> <p>. Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</p> <p>. Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja&nbsp;<a href="http://opcit.eprints.org/oacitation-biblio.html" target="_new">O Efeito do Acesso Livre</a>).</p> REFLEXÕES EM TORNO DA DIMENSÃO IDENTITÁRIA DOS SABERES DOCENTES: AS MANEIRAS DE SER PROFESSOR E AS CONCEPÇÕES SOBRE FORMAÇÃO CONTINUADA https://periodicos.ufpb.br/index.php/rteo/article/view/59484 <p>O presente artigo é parte de um estudo realizado no Mestrado em Educação, na linha de pesquisa “Formação, Linguagem, Memória e Processos de Subjetivação”. Trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa que investigou 06 professores atuantes nos cursos de Pedagogia de uma Universidade pública do Sudoeste da Bahia. O objetivo foi investigar a dimensão identitária dos saberes docentes, enfatizando as maneiras de ser professor/a e as concepções desses profissionais sobre a formação continuada. A Entrevista semiestruturada foi o instrumento de coleta de dados utilizado e, para o tratamento dos dados recorreu-se à Análise de Conteúdo proposta por Bardin (2011). Os resultados da pesquisa evidenciaram que os modos de ser professor/a fazem parte de um processo de construção que é decorrente das práticas desenvolvidas durante a trajetória enquanto docentes, visto que envolve aprendizagens relacionadas à aquisição de saberes práticos que advém das experiências. A análise dos dados obtidos também nos permitiu ratificar que os saberes docentes são adquiridos, mobilizados e construídos no decorrer de suas trajetórias pessoais e profissionais e são fundamentais para a sustentação das práticas dos/as professores/as.</p> Edmila Silva de Oliveira Denise Barreto Copyright (c) 2021 Revista Temas em Educação https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-12-28 2021-12-28 30 3 176 194 10.22478/ufpb.2359-7003.2021v30n3.59484 Moradia e aprendizagem remota durante a pandemia de COVID-19 no Rio de Janeiro https://periodicos.ufpb.br/index.php/rteo/article/view/55971 <p>Com a pandemia do corona vírus no inicio do ano de 2020, as diferentes escalas de poder que gerem a educação pública suspenderam as aulas presenciais para atender a medidas de isolamento social. Na rede estadual de ensino público do Rio de Janeiro, medidas foram tomadas sem nenhum tipo de debate ou planejamento para transferir o ensino presencial para a modalidade à distância. A contratação de serviço de uma plataforma on line se deu bem rapidamente sem atentar para as condições de estudantes e professores para seu uso. Mediante constantes declarações por parte das equipes diretivas, ou mesmo reportagens, de que haveria possibilidade de corte de salário, muitos professores passaram a adotar o sistema, mesmo não tendo domínio sobre as tecnologias e tampouco a certeza de que os acessos valeriam como dias letivos. A baixa adesão de estudantes ao sistema gerou a necessidade de entender sob que condições estudavam, mesmo tendo acesso a internet. A presente pesquisa avalia os resultados da aplicação de um micro censo sobre as condições de aprendizagem no ensino à distância, dando ênfase à situação de domicílio em uma escola pública estadual no bairro do Caju no Rio de Janeiro. Os resultados demonstram que o mero acesso à internet, que já não é pra todos, não é suficiente para a efetividade do processo de ensino-aprendizagem nesse momento.</p> Marcio D'Arrochella Marco Aurélio da Conceição Correa Erlan Raposo da Silva Copyright (c) 2021 Revista Temas em Educação https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-09-30 2021-09-30 30 3 1 20 10.22478/ufpb.2359-7003.2021v30n3.55971 LEITURA LITERÁRIA NA ESCOLA: https://periodicos.ufpb.br/index.php/rteo/article/view/60341 <p style="margin-bottom: 0.28cm; line-height: 108%;" align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, serif;">O presente trabalho configura-se como um recorte de uma pesquisa monográfica de conclusão de curso, cuja discussão versa sobre a formação de leitores literários nos anos iniciais do Ensino Fundamental sob o viés da prática docente. Com isso, o objetivo consiste em apresentar parte dos resultados oriundos da pesquisa realizada com dez professoras que lecionam em turmas de 1º ao 5º ano de uma escola de rede pública e municipal de João Pessoa/PB. Para tanto, aplicamos um questionário </span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><em>on-line </em></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;">com o intuito de identificar se e como as professoras utilizam a literatura infantil na formação leitora de seus alunos e alunas. Além disso, valemo-nos dos postulados teóricos de Aguiar (2001); Bajour (2012); Bordini e Aguiar (1988); Candido (2011), Chambers (2007a, 2007b), dentre outros,</span> <span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;">para fundamentar e discorrer sobre a necessidade de uma prática docente direcionada à formação de leitores. Assim, por meio da análise qualitativa dos dados coletados, foi possível verificar que, a partir da materialização de diferentes pressupostos metodológicos, o grupo de professoras desenvolve um trabalho pedagógico voltado para a formação de crianças leitoras de literatura.</span></span></p> Stéfane de Almeida dos Santos Daniela Maria Segabinazi Copyright (c) 2021 Revista Temas em Educação https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-11-12 2021-11-12 30 3 61 80 10.22478/ufpb.2359-7003.2021v30n3.60341 INCLUSÃO ESCOLAR COMO TRABALHO ARTICULADO ENTRE GESTÃO, EDUCAÇÃO ESPECIAL E PROFESSORES/AS https://periodicos.ufpb.br/index.php/rteo/article/view/60811 <p>Este estudo objetivou analisar significados produzidos sobre inclusão escolar e a respeito dos/as alunos/as alvo desse processo, que embasam a gestão das práticas ditas inclusivas, desenvolvidas no contexto escolar. Para isso, buscamos conhecer as narrativas produzidas por professoras e gestoras acerca da inclusão escolar, problematizando os efeitos dos significados construídos no percurso de escolarização de alunas/os em processo de inclusão escolar. A pesquisa teve, como lócus de trabalho, duas escolas da rede de ensino privado do munícipio de Santa Maria/RS. O estudo organizou-se, metodologicamente, a partir da realização de entrevistas com uma professora regente, a educadora especial e uma gestora de cada escola. Os dados foram analisados a partir de autoras/es como Honeff (2018); Luck (2014); Veiga-Neto (2001), dentre outras/os, os quais foram localizadas/os por meio de uma pesquisa do Estado do Conhecimento. A partir desse estudo, constatamos que políticas de inclusão ainda produzem práticas de in/exclusão, em que alunos/as alvo dos processos inclusivos são produzidos/as e destinados/as a práticas de normalização. Por outro lado, desenvolver um Ensino Colaborativo, entre os/as profissionais envolvidos/as, durante os processos inclusivos, mostrou-se uma possibilidade potente para a operacionalização de práticas mais inclusivas.</p> caroline Lobell da Silva Eliana da Costa Pereira de Menezes Leticia de Lima Borges Copyright (c) 2021 Revista Temas em Educação https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-12-09 2021-12-09 30 3 121 140 10.22478/ufpb.2359-7003.2021v30n3.60811 CÂNONES E ESPECTROS: FUNDAMENTALISMOS OU INDETERMINAÇÕES NA FORMAÇÃO DOCENTE https://periodicos.ufpb.br/index.php/rteo/article/view/60932 <p>No presente texto, são discutidas questões relativas à forma como futuros(as) professores(as) lidam com a necessidade de construção de conhecimento pedagógico, quase sempre marcada por alguma ansiedade por encontrar pressupostos e fundamentos traduzíveis em desdobramentos pragmáticos. A questão central é uma oposição entre a tomada de referenciais teóricos centrada em cânones do campo da Educação ou a atualização de espectralidades que podem significar contágios constituintes. A busca de fundamentos e a constituição de plurivocidades atualizáveis são formas distintas de se buscar conhecimento que podem influenciar a formação docente. Ao que parece, desdobram-se delas, respectivamente, uma prática reiterada de referencialidade ou a motivação de posturas reflexivas e mais autônomas de leitura e escrita. Diálogos teóricos são estabelecidos com Merleau-Ponty, Derrida e Rancière, de onde são destacadas as ideias de investigação como trabalho autônomo, justiça com espectros que podem retornar e a atualização da defesa da autonomia e da igualdade de inteligências proposto por Jacotot.</p> Natália Afonso Araújo Bruno Henrique da Silva Souza Andreia Aparecida Marin Copyright (c) 2021 Revista Temas em Educação https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-12-27 2021-12-27 30 3 157 175 10.22478/ufpb.2359-7003.2021v30n3.60932 A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA – UMA REVISÃO DE LITERATURA https://periodicos.ufpb.br/index.php/rteo/article/view/58954 <p>O objetivo deste artigo é discutir as compreensões da Educação de Jovens e Adultos na Educação Profissional e Tecnológica (EJA-EPT) a partir de concepções de Bourdieu e Freire, por meio de revisão de literatura que contempla a produção de artigos e pôsteres apresentados e publicados nos Anais da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped), com o recorte temporal de 2010 a 2020. As informações produzidas nesta revisão de literatura são relevantes para a verificação da produção acadêmica e abrangência da EJA-EPT. Os trabalhos selecionados na pesquisa foram categorizados como: implantação do PROEJA; EJA; inclusão; ingresso; currículo integrado e formação. Observou-se que há uma resistência por parte dos docentes e, por consequência, dos Institutos Federais, para a oferta da EJA, o que leva a crer que o <em>habitus </em>inserido nesses sujeitos, a dominação masculina, como também a violência simbólica, por vezes são silenciosas. Existe a lacuna de pesquisas direcionadas ao cumprimento do Decreto 5.840/2006 e sobre os índices de matrícula em EJA-EPT preconizados nas normas vigentes na Rede. </p> Karin Tyeko Anami Fátima Perez Zago De Oliveira Copyright (c) 2021 Revista Temas em Educação https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-09-30 2021-09-30 30 3 41 60 10.22478/ufpb.2359-7003.2021v30n3.58954 CAPITALISMO, ESTADO E EDUCAÇÃO, AS TENDÊNCIAS DAS POLÍTICAS EDUCACIONAIS, O LIMITE DO CAPITAL AO BEM PÚBLICO E A PEC 55 https://periodicos.ufpb.br/index.php/rteo/article/view/55576 <p>Este estudo tem por objetivo trazer à tona uma discussão teórica acerca da relação entre o Estado democrático e a estrutura capitalista e como isso afeta a educação. Ademais, visa exemplificar essa relação utilizando a Proposta de Emenda Constitucional 55 (conhecida com PEC do teto do gasto). Para tanto, é necessário entender o contexto maior dessa relação (que remete à América Latina e ao Brasil), entender como as políticas brasileiras têm sido pensadas e apontar que tipos de subjetividades e individualidades estão por detrás das ideologias presentes na sociedade e que impactam a escola. A análise documental e a revisão teórica de bibliografia foram as metodologias básicas aqui empregadas. A teoria crítica será o enfoque principal, auxiliado pelas possibilidades da sociologia simmeliana e da perspectiva fenomenológica da ação. Sendo assim, é possível perceber a institucionalização da técnica de gestão do Estado, a impossibilidade de representação política das massas, a diluição dos direitos básicos para o bem comum dos eleitores e a repercussão negativa desse processo na educação. A contradição entre conservadorismo e liberalismo deixa de existir e dá margem à junção de neoliberalismo e neoconservadorismo na gestão tecnocrática do Estado, ganhando aspectos de subjetividade dos setores no poder.</p> Victor Araújo Jaqueline Santos Oliveira Valter Machado da Fonseca Copyright (c) 2021 Revista Temas em Educação https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-11-12 2021-11-12 30 3 81 100 10.22478/ufpb.2359-7003.2021v30n3.55576 CONTRIBUIÇÕES DE PAULO FREIRE PARA O ENSINO EM SAÚDE: UMA REVISÃO INTEGRATIVA https://periodicos.ufpb.br/index.php/rteo/article/view/59991 <p>A educação brasileira, de modo geral, tem sido instituída numa prática bancária, centrada na transmissão de conteúdo. Apesar disso, práticas educativas pautadas em um processo de ensino-aprendizagem que se fundamenta na problematização, no diálogo, na valorização das experiências de vida cotidiana e da cultura dos alunos são desenvolvidas. Paulo Freire é considerado o principal autor que fundamenta práticas de ensino com essas características. Diante disso, foi realizada uma revisão integrativa da literatura que objetivou responder a seguinte questão: quais as contribuições de Paulo Freire para o ensino em saúde? A partir da busca nas bases de dados disponíveis na internet: Biblioteca Virtual Scientific Electronic Library Online, Biblioteca Virtual em Saúde e a base de dados da Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde. Verificou-se a presença de pressupostos freirianos em práticas educativas dirigidas tanto para a formação básica como para a formação dos profissionais em saúde de maneira consciente e emancipado, que faz repercutir em seu trabalho as características de uma educação libertadora e dialógica.</p> Marleny Andrade Abreu Flaviana Dávila de Sousa Soares Diana Paula de Souza Rego Pinto Carvalho Copyright (c) 2021 Revista Temas em Educação https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-12-23 2021-12-23 30 3 141 156 10.22478/ufpb.2359-7003.2021v30n3.59991 MULHERES NEGRAS E MATERNIDADE NA UNIVERSIDADE: UM ESTUDO DE CASO https://periodicos.ufpb.br/index.php/rteo/article/view/59842 <p>O presente trabalho tem como foco contribuir<br />com reflexões sobre como a maternidade<br />atravessa a vida de uma mulher negra, e como<br />isso reverbera na vida da mãe estudante. O<br />ingresso no ensino superior representa aos jovens<br />um marco do início da vida adulta, mas como<br />essa etapa é vivenciada por uma mulher, após a<br />chegada dos filhos? Apresentamos, aqui, a<br />trajetória de vida de uma mulher negra e mãe,<br />com foco em como suas percepções de<br />maternidade foram construídas em sua infância,<br />como ela vivencia a maternidade e como é<br />ingressar e permanecer no ensino superior nesse<br />contexto. O objetivo geral desta pesquisa é<br />compreender como posicionamentos em relação à<br />maternidade perpassam a trajetória de vida de<br />uma mulher negra, mãe e estudante e se refletem<br />em sua trajetória acadêmica e vivências pessoais.<br />A análise dos resultados foi feita em busca dos<br />significados construídos pela participante ao<br />longo de sua trajetória e que surgiram através da<br />narrativa da entrevistada. Por fim, foi possível<br />observar que os espaços acadêmicos não foram<br />pensados para pessoas negras, mães e crianças.</p> Ana Karla de Jesus Rodrigues Cândida Beatriz Alves Copyright (c) 2021 Revista Temas em Educação https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-09-30 2021-09-30 30 3 21 40 10.22478/ufpb.2359-7003.2021v30n3.59842 Adentrando os portões da escola e tirando os sapatos dos pés: relato de experiência sobre processo pedagógico das atividades circenses https://periodicos.ufpb.br/index.php/rteo/article/view/60416 <p>Este relato de experiência apresenta o desenvolvimento de um projeto educativo em atividades circenses, com práticas pedagógicas ao longo de um ano letivo com uma turma do 5º ano do Ensino Fundamental I, em uma cidade do interior paulista. O ensino e a aprendizagem das atividades circenses se orientaram a partir do entrelaçamento da perspectiva fenomenológica de corpo e a sociologia da infância. O relato foi construído apoiado nos registros do diário de campo, que consistiu em anotações diárias acerca das vivências pedagógicas. Já a avaliação contou também com os registros das percepções das crianças em grupo focal e entrevista semiestruturada com a professora da turma (Pedagoga) e diretora da escola. As principais transformações observadas foram: a ampliação das possibilidades corporais individuais e coletivas, o fortalecimento da autonomia e o protagonismo infantil e a ressignificação das relações interpessoais na escola a partir do desenvolvimento de aspectos sociais como a cooperação, a responsabilidade e o sentimento de pertencimento e formação de grupo, além da promoção da sensibilidade artística, estética e corporal.</p> Mariana Harue Yonamine Fernanda Rossi Copyright (c) 2021 Revista Temas em Educação https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-11-25 2021-11-25 30 3 101 120 10.22478/ufpb.2359-7003.2021v30n3.60416