Sobre a Revista

A REVISTA GRAPHOS é uma publicação do PPGL - Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal da Paraíba. Divulga, desde o ano de 1995, artigos inéditos de pesquisadores brasileiros ou estrangeiros, nas áreas de Literatura e Cultura; Teoria e Tradução. A partir de 2004, passou a ter periodicidade semestral e a partir de 2017 quadrimestral. A GRAPHOS está avaliada pela CAPES com o índice Qualis B2 (2016).

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Chamada aberta para o Volume 25, n. 1, 2023. Dossiê A literatura sobre as ditaduras no Cone Sul

16.08.2022

A revista Graphos abre chamada para um número temático sobre a literatura do Cone Sul – Brasil, Uruguai, Argentina e Chile – que aborde o autoritarismo e suas conexões com outros discursos totalitários no ensaio e na ficção. Serão aceitos artigos que versem tanto sobre as diversas formas sob as quais os estados-nação com forte evolução autoritária têm abordado esteticamente o exercício da escrita, quanto sobre as divergentes ou opostas a elas.

CONVOCATORIA PARA EL VOLUMEN 25, n.1, 2023. DOSIER LA LITERATURA SOBRE LAS DICTADURAS EN EL CONO SUR

La revista Graphos recibe artículos para la publicación de un número temático sobre la literatura del Cono Sur -Brasil, Uruguay, Argentina y Chile- que aborde el autoritarismo y sus conexiones con otros discursos totalitarios en el ensayo y la ficción. Se aceptan artículos que traten las diversas formas bajo las cuales la ficción y  el ensayo desarrollados en los estados-nación con fuerte legado autoritario han abordado estéticamente el ejercicio de la escritura: estudios centrados tanto en las formas estéticas de cuño autoritario como otras torsiones  divergentes u opuestas a ellas.

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Edição Atual

v. 24 n. 02 (2022): OBSCURECIDOS, PRETERIDOS OU IGNORADOS DA LITERATURA BRASILEIRA MODERNA
					Visualizar v. 24 n. 02 (2022): OBSCURECIDOS, PRETERIDOS OU IGNORADOS DA LITERATURA BRASILEIRA MODERNA

Sendo o processo de modernização brasileiro invariavelmente polêmico e difuso, visto que a ideia de modernidade é necessariamente ambígua, na ausência de maior precisão histórica, elege-se como marco a Semana da arte moderna, cujo centenário exige revisão, como já foi feito largamente. Sem desconsiderar a relevância que o marco adquiriu para nossa historiografia, é importante destacar outras vozes antes ou depois do evento realizado no Theatro Municipal de São Paulo, para repensar em amplo espectro a consolidação de autores e obras relegados a segundo plano e que, mesmo considerados em determinado momento, acabaram sendo preteridos como portadores de discursos ilegítimos. O dossiê aqui proposto, em consonância com a materialidade histórica das obras, incluiu expressões que, por suas peculiaridades autorais, as correntes de leitura à época de sua publicação, a repercussão das figuras autorais, ou mesmo por motivos indefiníveis, não ressoam hoje como manifestações valorizadas, como se sua repercussão fosse indevida ou simplesmente não devesse ser registrada como registros literários. São os preteridos, esquecidos ou obscurecidos da literatura brasileira, que, embora não apareçam hoje como referências incontornáveis, pedem um reexame, o que implica repensar quais parâmetros devem nortear a leitura das obras modernas e dimensionar em perspectiva as posições que animaram a recepção de nossa própria literatura, como se sua repercussão fosse indevida ou simplesmente não devesse ser registrada como registro literário. 

Publicado: 06.12.2022
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A REVISTA GRAPHOS é uma publicação do PPGL - Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal da Paraíba. Divulga, desde o ano de 1995, artigos inéditos de pesquisadores brasileiros ou estrangeiros, nas áreas de Literatura e Cultura, Teoria e Tradução. A partir de 2004 passou a ter periodicidade semestral e, desde 2017, quadrimestral. A GRAPHOS está avaliada pela CAPES com o índice Qualis B2.