Acesso Aberto às Publicações Científicas: vantagens, políticas e advocacy

Autores

  • Ariadne Chloe Furnival UFSCAR
  • Bill Hubbard Universidade de Nottingham

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.1981-0695.2012v7n1.14930

Resumo

O movimento de Acesso Aberto (AA) entende os modos de AA de disseminar a pesquisa científica como o futuro da comunicação científica. Os proponentes deste movimento têm, nos últimos 10 anos, realizado pesquisa sistemática para demonstrar como o AA pode sensivelmente beneficiar pesquisadores, instituições e, também, a sociedade. Ainda assim, o número de artigos de pesquisa depositados nos repositórios institucionais (RIs) se mantém relativamente baixo (não mais que 15% do total de publicações), possível reflexo de preocupações e mitos em torno do AA que contradiz sua realidade. As políticas de AA têm sido introduzidas em vários níveis para encorajar a adesão de pesquisadores às práticas nesse âmbito, mas pode haver outras dimensões culturais e institucionais que interfiram na efetividade destas práticas. Ao abordar aspectos destes fenômenos, este trabalho finaliza com uma discussão em torno da promoção – advocacy, no inglês – de AA nas organizações, e se esta deveria ser a jusante, na forma de campanhas informacionais, ou a montante, na forma de ações dos órgãos de gestão. Procuramos, assim, contribuir com a discussão destas questões na esfera de AA, trazendo dentro do debate elementos da literatura da sociologia da ciência e da teoria de comportamento nas organizações que possibilitem elucidar alguns aspectos da postura de pesquisadores diante o AA. Palavras-chave: Acesso aberto. Publicação científica. Repositório institucional. Advocacy. Normas científicas. Link para o texto completo (PDF) http://revistas.ffclrp.usp.br/incid/article/view/76/pdf

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Biografia do Autor

Ariadne Chloe Furnival, UFSCAR

Doutora em Política Científica e Tecnológica, UNICAMP Professora do Programa de Pós-graduação em Ciência, Tecnologia e Sociedade UFSCar

Bill Hubbard, Universidade de Nottingham

Mestre em Inteligência Artificial, Kingston Polytechnic, Inglaterra Diretor do Centre for Research Communications, Universidade de Nottingham, Inglaterra

Publicado

2013-01-03

Edição

Seção

Resumos de artigos científicos