Mãos às massas: a urgência de uma escola de gestão para as organizações de base da Amazônia

Autores

  • João Carlos de Souza Meireles Filho Instituto Peabiru.

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.1981-0695.2013v8n2.18562

Resumo

Ao se transformar em um grande pasto e um canteiro de obras, os povos e comunidades tradicionais da Amazônia sofrem forte impacto socioambiental. A continuar o processo de globalização atual, os grupos excluídos – principalmente povos indígenas, populações quilombolas e povos e comunidades tradicionais – serão ainda mais excluídos. Uma das maneiras de mudar esta realidade é fortalecer a capacidade das organizações da sociedade civil de base local – organização de raiz – em reclamar seus direitos cidadãos e a participação nas decisões sobre suas vidas. Para tanto, é preciso formar gestores profissionais, capazes de realizar a administração destas organizações. A proposta do Instituto Peabiru é a criação da Escola de Gestão da Amazônia, para a qual busca parcerias para seu plano de negócio, projeto pedagógico e etapa piloto. Palavras-chave: Amazônia. Gestão e mobilização de recursos. Organizações de base local. Povos e comunidades tradicionais. Link para o texto completo (PDF) http://revista.ibict.br/inclusao/index.php/inclusao/article/viewFile/312/239

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Biografia do Autor

João Carlos de Souza Meireles Filho, Instituto Peabiru.

Graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas – FGV, São Paulo –SP - Brasil. Diretor do Instituto Peabiru – Belém, PA - Brasil. Membro do Conselho de Ética do Fórum Amazônia Sustentável.

Publicado

2014-03-29

Edição

Seção

Resumos de artigos científicos