Documentos "Sensíveis": produção, retenção, apropriação

Autores

  • Icléia Thiesen UNIRIO.

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.1981-0695.2013v8n2.18626

Resumo

Discussão da proposição dos arquivos como instituições de memória cultural, também conhecidos na literatura como lugares de memória, conforme Pierre Nora, investidos de uma "aura simbólica" para além de sua aparência meramente material e de sua funcionalidade. Os arquivos são destacados no seu papel de guardiões dos materiais da memória e da história, que abrigam documentos em sentido amplo, constituindo fontes primárias de pesquisa, portadoras de informações que refletem as atividades que lhes deram origem. A memória encontra sua âncora nesses lugares onde a imaginação supõe guardarem também a verdade. Análise das contradições observadas no exame de documentos produzidos em regimes de exceção, aqui denominados "sensíveis", no contexto da Ditadura Militar de 1964, no Brasil. Palavras-chave: Arquivos. Lugares de memória e informação. Documentos sensíveis. Ditadura de 1964. Verdade. Link para o texto completo (PDF) http://inseer.ibict.br/ancib/index.php/tpbci/article/view/97/136

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Biografia do Autor

Icléia Thiesen, UNIRIO.

Doutora em Ciência da Informação pelo Convênio IBICT - UFRJ. Professora Associada do Departamento de História da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO.

Publicado

2014-03-29

Edição

Seção

Resumos de artigos científicos