Segurança de obras raras como possível objeto de estudo da Ciência da Informação

Autores

  • Raphael Diego Greenhalgh Universidade de Brasília
  • Miriam Paula Manini Universidade de Brasília

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.1981-0695.2014v9n1.19543

Resumo

Não há um consenso sobre os limites de atuação da Ciência da Informação, como também não há uma definição assertiva para o próprio conceito de informação. Por meio da análise de algumas definições de Ciência da Informação e de conceitos de informação na literatura da área, este trabalho busca justificar a segurança contra roubo ou furto de Obras Raras como possível objeto de estudo da Ciência da Informação. São abordadas as características do livro raro como documento dotado de memória individual e coletiva, transcendendo a ideia do livro como mero suporte de informação, percebendo-o como objeto informacional. Essa percepção se dá a partir das ideias de Buckland, juntamente com os paradigmas descritos por Capurro, que, principalmente com relação ao paradigma físico, mostra a Ciência da Informação preocupada com as necessidades de informação focadas no documento, ou seja, com a informação emitida por meio de objetos com valor informacional. Palavras-chave: Biblioteconomia. Ciência da informação. Obras raras. Segurança contra roubo. Link para o texto completo (PDF) http://periodicos.puc-campinas.edu.br/seer/index.php/transinfo/article/view/2081/1776

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Biografia do Autor

Raphael Diego Greenhalgh, Universidade de Brasília

Universidade de Brasília, Faculdade de Ciência da Informação, Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação.

Miriam Paula Manini, Universidade de Brasília

Universidade de Brasília, Faculdade de Ciência da Informação, Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação.

Publicado

2014-07-01

Edição

Seção

Resumos de artigos científicos