O processo de patrimonialização e a cibercultura: mobilização no ciberespaço através de grupos na rede social Facebook

Autores

  • Renata Ovenhausen Albernaz Universidade Federal de Pelotas.
  • Marina Gowert dos Reis Universidade Federal de Pelotas.

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.1981-0695.2014v9n2.22315

Resumo

 

O presente artigo busca observar as questões em torno da institucionalização do patrimônio cultural em um contexto de pós-modernidade, com ênfase no fenômeno da cibercultura. Toma-se por base as colocações de Llorenç Prats acerca dos agentes que podem vir a institucionalizar o patrimônio cultural, considerando tal categoria como um poder político. Observa-se que a partir do advento do ciberespaço os indivíduos obtêm diferentes possibilidades de organização e mobilização para reinvindicar seus direitos de preservação patrimonial. Essa situação de “tomada de poder” pode ser observada em grupos organizados na rede social Facebook, onde a comunidade tem a possibilidade de juntar-se em torno de causas patrimoniais, construindo ações que podem efetivar a preservação, o que inclui novas questões na enumeração de Prats.

Palavras-chave: Preservação patrimonial. Cibercultura. Mobilização no ciberespaço. Rede social Facebook.

 

Link para o texto completo (PDF)

http://www.revistas.ufg.br/index.php/ci/article/view/27994/16823

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Biografia do Autor

Renata Ovenhausen Albernaz, Universidade Federal de Pelotas.

Doutora em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina. Professora Adjunta do Programa de pós-graduação em Memória Social e Patrimônio Cultural (PPGMP) e da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pelotas.

Marina Gowert dos Reis, Universidade Federal de Pelotas.

Mestranda do Programa de pós-graduação em Memória Social e Patrimônio Cultural (PPGMP) da Universidade Federal de Pelotas.

Publicado

2014-12-29

Edição

Seção

Resumos de artigos científicos