Mulheres negras e o comum: memória, redes sociais e táticas cotidianas.

Autores

  • Bianca Santana Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.
  • Marco Antonio de Almeida Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.1981-0695.2018v13n1.39242

Resumo

As mulheres negras compõem um grupo social privado de direitos, ocupando a base da pirâmide social brasileira. Em condições precárias de acesso a bens de mercado, as práticas de compartilhamento de recursos entre si, segundo normas específicas de cada comunidade, são essenciais à diminuição de custos de vida e à proteção social. A pesquisa aqui brevemente apresentada tem o objetivo de registrar e analisar táticas cotidianas de compartilhamento em rede dessas mulheres como práticas do comum (commons), que vêm de longa data, buscando compreender o papel da memória, da circulação da informação/conhecimento e dos usos da internet nestas práticas. Para tanto, será sistematizado um referencial bibliográfico sobre mulheres negras, escrita de si, bem viver, comum, filosofia ubuntu, memória, táticas e redes sociais, e serão analisados textos produzidos por mulheres negras durante oficinas de escrita autobiográfica. 

Palavras chave: Comum. Mulheres Negras. Redes Sociais. Conhecimento. Informação. Link: https://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/755

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Biografia do Autor

Bianca Santana, Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.

Doutoranda PGCI-Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.

Marco Antonio de Almeida, Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.

Professor do PGCI-Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.

Publicado

2018-05-07

Edição

Seção

Resumos de artigos científicos