Reflexões sobre a genealogia dos regimes de informação

Autores

  • Maria Goméz Universidade de Brasília

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.1981-0695.2019v14n3.47992

Resumo

Trata da conceituação de regimes, tal como concebida nos estudos de relações internacionais, com importante expressão na literatura anglo-saxônica, com algumas contribuições originais e críticas de autores da Europa continental. É retomada a análise do conceito de regime de informação política, de Sandra Braman (2004, 2006), que reposiciona questões de informação no campo da política, mas não em suas manifestações institucionais mais formais. Destaca o papel dos mecanismos regulatórios que operam sem estarem totalmente inseridos nas esferas das políticas públicas e estaduais. São situações em que novos usos de tecnologias computacionais e redes digitais geram vácuos regulatórios equivalentes aos encontrados por vezes nas relações internacionais, e que hoje afetam diferentes países e regiões nos níveis global e local. Essa reconstrução dos usos do conceito de regime nas relações internacionais, nas ciências políticas e na ciência da informação também expõe para reflexão alguns traços dos contextos históricos de sua formulação.

Palavras-chaveRegime de informação – Conceitos. Regime de informação – Genealogias. Regime de informação –Histórico. https://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/44357 

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Biografia do Autor

Maria Goméz, Universidade de Brasília

Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em CIência da Informação da Universidade de Brasília.

Publicado

2019-09-09

Edição

Seção

Resumos de artigos científicos