QUALIDADE DE VIDA, DEPRESSÃO E ADESÃO AO TRATAMENTO DE PESSOAS COM DIABETES

  • Lara Bethania RAMOS Universidade Federal de Sergipe (UFS)/Acadêmica do curso de Enfermagem da UFS. São Cristóvão, Sergipe, Brasil.
  • Camila Nascimento SANTANA Universidade Federal de Sergipe (UFS)/ Acadêmica do curso de Enfermagem da UFS. São Cristóvão, Sergipe, Brasil.
  • Larissa Liz ARAÚJO Universidade Federal de Sergipe (UFS)/ Acadêmica do curso de Enfermagem da UFS. São Cristóvão, Sergipe, Brasil.
  • Graziela Pereira JESUS Universidade Federal de Sergipe (UFS)/ Acadêmica do curso de Enfermagem da UFS. São Cristóvão, Sergipe, Brasil.
  • Cristiane Franca GOIS Universidade Federal de Sergipe/ Doutora Professora do Curso de Enfermagem da UFS. São Cristóvão, Sergipe, Brasil.
  • Fernanda Lays SANTOS Universidade Federal de Sergipe/ Mestranda em Biologia Parasitária pela Universidade Federal de Sergipe – UFS. São Cristóvão, Sergipe, Brasil.
  • Gabriela Menezes BRITO Universidade Federal de Sergipe/ Mestranda em Enfermagem da Universidade Federal de Sergipe – UFS. São Cristóvão, Sergipe, Brasil.
  • Elenalda Ferreira SANTOS Enfermeira. Especialista em Preceptoria no SUS pela Universidade Federal de Sergipe em parceria com o Hospital Sírio-Libanês Aracaju, Sergipe, Brasil.

Resumo

Introdução: O Diabetes Mellitus (DM) é uma doença crônica que apresenta elevada prevalência mundial e está relacionada a altas taxas de morbimortalidade. No contexto da qualidade de vida (QV) da pessoa com DM, a depressão e a adesão ao tratamento são variáveis que podem estar relacionadas. Objetivos: Avaliar a QV, a presença de sintomas depressivos e a adesão ao tratamento de pessoas com DM tipo 2. Material e Métodos: Estudo do tipo exploratório, descritivo, desenvolvido com uma amostra constituída por 38 sujeitos. Para avaliar a QV, presença de sintomas depressivos e a adesão ao tratamento foram utilizados os instrumentos Problem Areas in Diabetes - B-PAID, o Inventário de Depressão de Beck e a Medida de Adesão ao Tratamento Medicamentoso - MAT, respectivamente. Resultados: A média B-PAID total foi 59,3 e o domínio que obteve maior valor médio foi Problemas emocionais (37,40). Metade dos participantes apresentou sintomas depressivos, que variou de leve a depressão grave e a maioria aderiu ao tratamento (94,7%). Conclusão: Os participantes do estudo apresentaram QV comprometida e sintomas depressivos, sugerindo que o DM pode interferir no aspecto emocional, não tendo afetado na adesão ao tratamento. DESCRITORES: Diabetes Mellitus tipo 2. Qualidade de Vida. Adesão à Medicação. Depressão.

Biografia do Autor

Lara Bethania RAMOS, Universidade Federal de Sergipe (UFS)/Acadêmica do curso de Enfermagem da UFS. São Cristóvão, Sergipe, Brasil.
Acadêmica do curso de Enfermagem da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Departamento de Enfermagem.
Camila Nascimento SANTANA, Universidade Federal de Sergipe (UFS)/ Acadêmica do curso de Enfermagem da UFS. São Cristóvão, Sergipe, Brasil.
Acadêmica do curso de Enfermagem da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Departamento de Enfermagem.
Larissa Liz ARAÚJO, Universidade Federal de Sergipe (UFS)/ Acadêmica do curso de Enfermagem da UFS. São Cristóvão, Sergipe, Brasil.
Acadêmica do curso de Enfermagem da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Departamento de Enfermagem.
Graziela Pereira JESUS, Universidade Federal de Sergipe (UFS)/ Acadêmica do curso de Enfermagem da UFS. São Cristóvão, Sergipe, Brasil.
Acadêmica do curso de Enfermagem da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Departamento de Enfermagem.
Cristiane Franca GOIS, Universidade Federal de Sergipe/ Doutora Professora do Curso de Enfermagem da UFS. São Cristóvão, Sergipe, Brasil.
Enfermeira. Doutora Professora do Curso de Enfermagem da UFS. São Cristóvão, Sergipe, Brasil. Departamento de Enfermagem.
Fernanda Lays SANTOS, Universidade Federal de Sergipe/ Mestranda em Biologia Parasitária pela Universidade Federal de Sergipe – UFS. São Cristóvão, Sergipe, Brasil.
Enfermeira. Especialista em Saúde da Família pela UGF-SP. Mestranda em Biologia Parasitária pela Universidade Federal de Sergipe – UFS.
Gabriela Menezes BRITO, Universidade Federal de Sergipe/ Mestranda em Enfermagem da Universidade Federal de Sergipe – UFS. São Cristóvão, Sergipe, Brasil.
Enfermeira. Mestranda em Enfermagem da Universidade Federal de Sergipe – UFS. Departamento de Enfermagem
Elenalda Ferreira SANTOS, Enfermeira. Especialista em Preceptoria no SUS pela Universidade Federal de Sergipe em parceria com o Hospital Sírio-Libanês Aracaju, Sergipe, Brasil.
Enfermeira. Especialista em Preceptoria no SUS pela Universidade Federal de Sergipe em parceria com o Hospital Sírio-Libanês.
Publicado
2017-06-26
Como Citar
RAMOS, L. B., SANTANA, C. N., ARAÚJO, L. L., JESUS, G. P., GOIS, C. F., SANTOS, F. L., BRITO, G. M., & SANTOS, E. F. (2017). QUALIDADE DE VIDA, DEPRESSÃO E ADESÃO AO TRATAMENTO DE PESSOAS COM DIABETES. Revista Brasileira De Ciências Da Saúde, 21(3), 261-268. https://doi.org/10.22478/ufpb.2317-6032.2017v21n3.29085
Seção
Pesquisa