https://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/arf/issue/feed Aufklärung: revista de filosofia 2022-11-15T22:31:40-03:00 Revista Aufklärung revistaaufklarung@hotmail.com Open Journal Systems <p><em><strong>Aufklärung, revista de filosofia</strong></em> (Qualis B1, DOI 10.18012/ARF) tem foco na publicação de artigos na área de filosofia, ou que sejam relevantes para a pesquisa em filosofia. Tem como&nbsp; objetivos: a) contribuir para a formação acadêmica de profissionais de filosofia [ensino e pesquisa] e áreas afins; b) contribuir para a efetivação de políticas da área de filosofia, ao propiciar a divulgação de resultados originados a partir de pesquisas filosóficas voltadas para a pós-graduação com base em princípios éticos tranparentes; e c) constituir-se como um espaço aberto para o debate entre pesquisadores do Brasil e do exterior.</p> https://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/arf/article/view/62451 O primeiro princípio da razão prática de Tomás de Aquino na interpretação de Germain Grisez sobre a Lei Natural: questão 94, artigo 2, Ia-IIae da Summa Theologiae. 2022-03-04T16:22:48-03:00 Jorge Augusto Da Silva Santos benedictus1983@yahoo.com.br Edilézia Freire Simões edilezia@gmail.com <p>Neste artigo abordamos um comentário que Germain Grisez faz do primeiro princípio da razão prática de Tomás de Aquino, apresentado na questão 94, artigo 2, Ia-IIae&nbsp; [ = primeira parte da segunda parte] da <em>Summa Theologiae</em>. O objetivo desse comentário consiste em confrontar e esclarecer que as interpretações realizadas sobre o primeiro princípio da razão prática, até o momento, eram equivocadas. A metodologia empregada por Grisez na hermenêutica do primeiro princípio baseou-se na análise dos conceitos tomasianos apresentados na referida questão 94. Mediante essa análise Grisez conclui que, no primeiro princípio da razão prática, trata-se de uma prescrição e não de uma obrigação. Portanto, compreendê-lo como um mandado seria um equívoco. Assim, esvaziando a moralidade do primeiro princípio, tal interpretação reverberará e influenciará profundamente a estruturação do pensamento dos autores da Escola Neoclássica. No final declinamos algumas críticas sobre a interpretação de Grizez acerca do primeiro princípio da razão prática.&nbsp;&nbsp;</p> 2022-11-12T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 https://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/arf/article/view/59847 Sobre el concepto de virtud en Platón y Aristóteles 2021-06-21T13:26:52-03:00 Miguel Ahumada Cristi miguel.cristi@unila.edu.br <p>Es posible ver que en el discurso sobre una ética de las virtudes, Platón y Aristóteles en no pocas ocasiones se presentan como referentes obligados. El problema que observamos es que en muchas producciones científicas, la mayoría no del área Filosofía, estos son citados como aquellos que iniciaron y fundamentaron la racionalidad de la virtud, de la ética y de la moralidad, sin hacer distinciones entre ambos, cuando sí las hay y marcan ciertas distancias. No es del todo acertado, entonces, caracterizarlos como iguales. Este artículo tiene el objetivo de mostrar que aunque es correcto decir que Platón y Aristóteles conciben la virtud como una reflexión y una actitud racional constante, hay diferencias importantes entre ambos en lo que respecta a una ética de la virtud.</p> 2022-11-12T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 https://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/arf/article/view/64262 A teoria ética de Marx e seu significado para a moralidade dos vienamitas na atualidade 2022-09-11T08:57:55-03:00 Xuan Dung Bui dungbx@hcmute.edu.vn <p>Quanto mais desenvolvida for uma sociedade, tão mais confusas as pessoas se tornam em relação aos valores que afetam cada indivíduo e cada organização. Com isso, tendem a aumentar os males, os roubos, a guerras, os crimes e a desigualdade social. Considerando esse cenário possível, podemos afirmar que ele confundiu as pessoas quanto aos valores morais que elas deveriam escolher. O que desejam as pessoas? Desejam uma vida boa e respeito. Com isso, dizemos que a moralidade é uma diretriz que pode ajudar as pessoas a agirem corretamente, tornando essa ação uma força motriz capaz de favorecer o progresso humano. A vivência ética nos ajuda a viver corretamente no trabalho e na vida cotidiana, ao mesmo tempo em que evita males sociais, contribuindo para a construção e para o desenvolvimento da sociedade. Na construção deste artigo usamos como método a dialética materialista e métodos analíticos e sintéticos para esclareceimento das visões sobre a moral de Marx, bem como sobre a natureza da própria moralidade, sobre o progresso moral, interesses dos indivíduos e previsão sobre a moralidade. O artigo trata, ainda, do conteúdo da educação e do papel da formação e fomento moral, assumindo que os indivíduos na sociedade devem viver e agir de acordo com princípios e padrões que a própria sociedade prescreve, a fim de alcançar certos benefícios para todos.</p> 2022-11-12T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 https://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/arf/article/view/62127 A Dialética da Emancipação na Luta por Reconhecimento:Pensando com Georg Hegel, Frantz Fanon e Axel Honneth 2022-02-03T07:24:29-03:00 Jonas Do Nascimento jonas.anasc@gmail.com <p>Se uma <em>consciência-de-si</em> só é possível de tornar-se <em>para-si</em> a partir de uma relação intersubjetiva com outra <em>consciência-de-si</em>, nessa confrontação, para Hegel, estar-se-ia pressuposto, à princípio, um movimento de reconhecimento que subjaz uma relação ética entre os sujeitos. Compreender-se como sujeito autônomo, portanto, diria aqui respeito a uma relação de reciprocidade entre duas consciências independentes que se reconhecem enquanto tais. No entanto, infelizmente nem sempre nossas relações foram ou são pautadas no “reconhecimento mútuo”. Para Fanon, por exemplo, os negros, em uma sociedade racista, não possuiriam “resistência ontológica”, de sorte que a dialética hegeliana não daria conta da relação entre brancos (colonizador) e negros (colonizado) num contexto colonialidade do ser e do saber. Como consequência do não reconhecimento, Honneth, por sua vez, vai apontar vários fatores negativos para a integridade psíquica e identitária do indivíduo. Este artigo, por conseguinte, busca desenvolver uma discussão sobre a “luta por reconhecimento” a fim de (re)pensarmos a ideia de “justiça” social nos dias atuais, a partir das contribuições teóricas desses três autores.</p> 2022-11-12T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 https://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/arf/article/view/60881 A ética da alteridade de Levinas como fundamento de um novo humanismo 2021-09-16T15:21:22-03:00 Reginaldo Aliçandro Bordin r.a.bordin@uol.com.br Jonas Lino Soares Júnior jonas.lino1997@gmail.com <p>O presente artigo é um estudo do conceito de alteridade na filosofia de Emmanuel Levinas (1906-1995). O objetivo da pesquisa consiste em entender a alteridade como o aspecto fundamental da ética Levinasiana e como ela pode contribuir com uma sociedade mais humanista. Por meio da análise dos textos <em>Entre Nós: Ensaios Sobre a Alteridade (2005)</em>, <em>Totalidade e Infinito (1980)</em> e o <em>Humanismo do Outro Homem (2012)</em> é possível chegar à compreensão de importantes conceitos, diretamente ligados à alteridade, que por meio do método hermenêutico procuramos evidenciar, tais como a intersubjetividade, a transcendência e o ser. Levinas aponta a carência de novos pressupostos éticos para a cooperação e humanização dos seres humanos. Assim apresenta a ética como filosofia primeira, construída no face a face, que impele à solidariedade e, em se tratando das relações interpessoais à responsabilidade. Na filosofia de Levinas, encontram-se os fundamentos para um novo humanismo, onde o Eu e o Outro entram em uma relação de comunhão.</p> 2022-11-12T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 https://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/arf/article/view/64263 Atualidades sobre a Lei da Educação em "O espírito das leis", de Montesquieu 2022-09-11T09:00:04-03:00 Pham Thi Kien dungbx@hcmute.edu.vn <p>Em sua obra O Espírito das Leis, Montesquieu propõe como princípio uma “Lei da educação”. Este princípio tem por objetivo estabelecer regras sobre como bem governar uma sociedade, tendo por base que ela se constitui de diferentes instituições, as quais, independente de seus objetivos, devemprimar pelo bem ocomum. Neste este artigo, buscamos apresentar o conceito de “Lei da edcuação” com o fito de esclarecer o espírito jurídico sobre as leis, de Montesquieu. Em sua construção, usamos métodos analítico-comparativos, de síntese e de justificação, com o objetivo de descrever como se dá o controle do poder estatal em diferentes estágios. Para isso, partimos do pressuposto de que o pensamento político de Montesquieu exibe, em seu torno a seus eixo maior, certa capacidade dominante do Direito no estado, regulando as relações sociais e mantendo a ordem social.</p> 2022-11-12T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 https://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/arf/article/view/61301 A Originalidade da Lógica Proposicional dos Estoicos frente ao Cálculo Proposicional Clássico 2021-11-17T10:20:10-03:00 Eduardo Simões eduardosimoes@uft.edu.br José Carlos Alves Moreira Jcarlos.alvesmoreira@gmail.com Pedro Luciano Souza Soares pedro.luciano.ss@gmail.com Thainá Ferreira Souza thaina.ferreira@uft.edu.br Fábio Augusto Passos Freitas fabio.passos@mail.uft.edu.br <p>O objetivo do presente artigo é o de apresentar a lógica proposicional dos estoicos de um ponto de vista que lhe é devido, a saber, aquele da sua originalidade no que diz respeito aos fundamentos dessa modalidade da lógica. Dessa forma, pretende-se desconstruir uma concepção geralmente apregoada nos atuais manuais de lógica que reduzem a lógica proposicional a uma ferramenta do cálculo, inventada dos lógicos contemporâneos, e que negligencia completamente a contribuição original dos estoicos. Espera-se que as discussões aqui estabelecidas sirvam ao estudioso de lógica como desmitificação da visão equivocada, geralmente propagada em nossas universidades, de que, depois de Aristóteles, em lógica, só existe o cálculo quantificacional clássico e as lógicas não clássicas e que desconsidera os estoicos como um importante capítulo dessa história.</p> 2022-11-12T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 https://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/arf/article/view/61358 O debate Gadamer-Habermas: um ensaio sobre a aparente dicotomia entre tradição e autonomia na hermenêutica filosófica 2021-11-07T17:32:07-03:00 Lais de Carvalho Lima lais.mpt@gmail.com Oneide Perius oneidepe@gmail.com Aloísio Bolwerk bolwerk@uft.edu.br <p>Este artigo objetiva discutir, sob o método dialético, o problema da interpretação, a partir das posições de Gadamer e Habermas, quanto à aparente dicotomia entre tradição e autonomia na hermenêutica filosófica. No tocante à teoria filosófica gadameriana, o interesse é o de perceber o que acontece ou sobrevém quando se interpreta, razão pela qual fatores ligados à tradição, ao <em>modus vivendi</em>, bem como a historicidade do contexto social são levados em conta. Conclui-se, quanto à posição de Gadamer, que a historicidade fundamental deste ato faz com que não se possa mais continuar pensando a verdade como algo pronto, que simplesmente teria que ser descoberto. Quanto a Habermas, identifica-se a insuficiência do compreender, vez que a relevância estaria no que fazer com aquilo que se compreende. A ênfase habermasiana estaria além do que se faz da tradição, na capacidade em criticar separando nesta o que é válido e o que não é mais aceitável, assim compreender não pode ser tudo. É, ao invés disso, apenas um momento ao lado da crítica. Por resultado, a partir de Paul Ricoeur, viu-se que a suposta dicotomia entre tradição e autonomia é meramente hipotética e se apresenta muito mais aparente do que real ou efetiva. A ideia de pensá-las em conjunto é mais palpável e mesmo produtiva. Separá-las em campos hermenêuticos distintos é disfuncional, vez que, invariavelmente, terminam por se complementar.</p> 2022-11-12T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 https://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/arf/article/view/60479 Solidão e razão: do solipsismo à estrutura relacional do saber em Lévinas 2021-08-10T18:14:30-03:00 Marcos Alexandre Alves maralexalves@gmail.com <p>O artigo examina a compreensão levinasiana acerca das categorias filosóficas de solidão e de razão. Objetiva mostrar que, tradicionalmente, a solidão e a razão sempre foram consideradas a partir de uma dialética do ser. A solidão revelou-se aos entes como uma prisão, uma impossibilidade sair de si mesma e foi descrita como uma aspiração ao saber, enquanto transcendência no interior da própria imanência, que conduz para aquilo que lhe falta. Sustenta-se que, em Levinas, o filosofar não envolve uma aspiração que corresponde à redução do Outro ao Mesmo e que a solidão não será rompida mediante o conhecimento, ajustamento do exterior ao interior, enquanto obra da razão solipsista. Portanto, na fenomenologia levinasiana, vislumbra-se uma possibilidade de ruptura como a razão solipsista, que agora será descrita como uma estrutura relacional, em que o saber implica um trabalho coletivo e aberto, cujo desejo visa superar horizontes e buscar o novo mediante a relação com o Outro.</p> 2022-11-14T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 https://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/arf/article/view/60498 Da teoria da Trindade de Agostinho à de Hegel 2021-08-11T19:34:35-03:00 Gabriel Almeida Assumpção gabrielchou@gmail.com Daniel Rodrigues da Costa dan.costaecosta@gmail.com <p>O ensaio compara as duas teorias filosóficas mais originais sobre a Trindade, a saber, a agostiniana e a hegeliana. Ele se concentra em seus conceitos de filosofia da religião, em suas epistemologias da religião, em suas doutrinas da mente e em suas concepções de Trindade imanente. Ele encerra com um esboço de uma teoria alternativa da Trindade que encontra a melhor abordagem à Trindade não na mente individual, mas em relações intersubjetivas.</p> 2022-11-12T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 https://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/arf/article/view/62410 Lógica especulativa como “a metafísica propriamente dita”. Para a transformação hegeliana da compreensão moderna da metafísica 2022-02-28T09:24:16-03:00 Hernandez Vivan Eichenberger Eichenberger jarivaway@gmail.com <p>O texto pretende especificar em qual sentido Hegel emprega a noção de metafísica em conexão com a ideia de lógica. O sentido renovado de Hegel é contrastado com a noção kantiana de metafísica, de modo que é realizada uma comparação entre ambos os conceitos. O texto ainda visa corrigir algumas visões equivocadas sobre o conceito de metafísica de Hegel. Por fim, são analisadas algumas noções contemporâneas de metafísica consideradas em relação à noção hegeliana.</p> 2022-11-12T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022