Revista Espaço do Currículo
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<p>A <strong>Revista Espaço do Currículo - REC</strong> é uma publicação eletrônica de fluxo contínuo, com edições quadrimestrais e <strong>qualis A3 (2017-2020) em Educação</strong>, organizada pelo Grupo de Estudos e Pesquisas em Políticas Curriculares da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Seu objetivo é divulgar estudos curriculares nacionais e internacionais que dialoguem com as diversas vertentes epistemológicas do campo, destacando a relação entre sociedade, educação e currículo. A seleção dos artigos submetidos é feita por um Conselho Editorial formado por pesquisadores de diversas instituições e países. <em>A revista não cobra taxas para a publicação dos textos</em>.</p> <p><strong>Financiamento do Periódico</strong></p> <p>A REC é mantida financeiramente pela Universidade Federal da Paraíba - UFPB.</p>pt-BR<p style="margin-bottom: 8.0pt; text-align: justify; line-height: 150%;">Ao submeter um artigo à Revista Espaço do Currículo (REC) e tê-lo aprovado, os autores concordam em ceder, sem remuneração, os seguintes direitos à Revista Espaço do Currículo: os direitos de primeira publicação e a permissão para que a REC redistribua esse artigo e seus metadados aos serviços de indexação e referência que seus editores julguem apropriados.</p>rec@ce.ufpb.br (Profa. Dra. Ana Claudia da Silva Rodrigues e Profa. Dra. Maria Zuleide da Costa Pereira)periodicos.ufpb@gmail.com (Portal de Periódicos da UFPB)Thu, 20 Feb 2025 16:08:57 -0300OJS 3.3.0.5http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss60PASOLINI, PEDAGOGIA PÚBLICA, PRESENÇA SUBJETIVA
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<p>Neste artigo, invoco o intelectual italiano pós-Segunda Guerra Mundial Pier Paolo Pasolini, justapondo a pedagogia pública de Pasolini – sua presença subjetiva sempre sincronizada com o momento histórico – com um artigo de 2013 composto pelos acadêmicos norte-americanos contemporâneos Jake Burdick e Jennifer Sandlin, que discutem o que chamo de engenharia discursiva, descartando conceitos canônicos de educação (sem argumentos ou evidências), fantasiando que, ao mudar o que dizemos, podemos mudar o mundo. Infelizmente, Pasolini sabia melhor. Sem a segurança de um professor titular, Pasolini arriscou sua vida para ensinar ao público italiano, chamando a atenção para o caminho catastrófico que a humanidade tomou, especificamente substituindo a virtualidade pela realidade, uma tecnologização que imaginamos nos deixar imunes às consequências do capitalismo desenfreado. Com foco no romance inacabado de Pasolini, <em>Petrolio</em> (petróleo ou óleo cru), e em um filme de 2014 que se concentra nos últimos dias antes do assassinato de Pasolini, concluo essa justaposição curricular na esperança de esculpir o que Tetsuo Aoki chamou de espaço generativo de diferença, no qual podemos reexperimentar – até mesmo reativar – um momento antropológico anterior, quando ainda éramos – mais ou menos – “humanos”.</p>William F. Pinar
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