A JUDICIALIZAÇÃO DOS CONFLITOS COLETIVOS DE TRABALHO: UMA ANÁLISE DAS GREVES JULGADAS PELO TST NOS ANOS 2000

Autores/as

  • Alexandre Tortorella Mandl

Resumen

Este trabalho é uma síntese da dissertação defendida em 2014 que aborda a judicialização das greves nos anos 2000, constatando-se que 30% das greves foram solucionadas pela Justiça do Trabalho. Quais os motivos que levaram a greve ser judicializada? Quais os instrumentos jurídicos utilizados? Como se posicionaram os atores sociais envolvidos? Como foram os julgamentos das greves? As causas e efeitos da judicialização das greves são importantes instrumentos de análise para complementar a compreensão do sentido da regulação trabalhista, do poder normativo da Justiça do Trabalho e das ações sindicais. A presente hipótese assevera que não é porque há uma queda da taxa de judicialização dos dissídios coletivos que a Justiça do Trabalho está “menos presente” nas relações de trabalho. Pelo contrário, o desafio é compreender, com qual caráter, com qual conteúdo e com quais instrumentos que a Justiça do Trabalho (especificamente, o TST) está decidindo sobre o direito de greve, considerando as alterações decorrentes da EC nº 45/04, em especial pelo crescimento de ações de interditos proibitórios.

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Cómo citar

Mandl, A. T. (2015). A JUDICIALIZAÇÃO DOS CONFLITOS COLETIVOS DE TRABALHO: UMA ANÁLISE DAS GREVES JULGADAS PELO TST NOS ANOS 2000. Revista Da ABET. Recuperado a partir de https://periodicos.ufpb.br/index.php/abet/article/view/25678