INTERRELAÇÃO LÉXICO E CULTURA NA AMÉRICA INDÍGENA. ESTUDO DE CASO.

Autores

  • Maria Vicentina de Paula do Amaral DICK

Resumo

O confronto das civilizações ameríndias  e europeias, acrescidas de uma segunda camada alógena constituída pelos afro-descendentes americanos, trouxe conseqüências sensíveis não apenas para os fatos culturais emergentes, mas também para as línguas faladas no novo mundo. Instalou-se aqui um sistema misto de conquista etnica, em cujo modelo se alternam os contraditórios, os semelhantes e os desiguais. A presença de um dos termos contrários (ameríndios e negros) do eixo semântico co relacionante (plano cultural) era necessário para que se definisse o processo da contrariedade em face ao outro termo do mesmo eixo (europeu). O programa narrativo de cada um desses actantes, em situção de dominação e subordinação, nao ocorreu apenas culturalmente (imposição / supressão de hábitos e convicções), mas linguisticamente (refração e extensão dos códigos em contato). A aplicação ( unidades lexicais na onomástica) são os pontos a ser discutidos neste trabalho/texto.

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Como Citar

DICK, M. V. de P. do A. (2013). INTERRELAÇÃO LÉXICO E CULTURA NA AMÉRICA INDÍGENA. ESTUDO DE CASO. Acta Semiótica Et Lingvistica, 8(1). Recuperado de https://periodicos.ufpb.br/index.php/actas/article/view/17059

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ARTIGOS