NADA SE PERDE, NADA SE CRIA, TUDO SE TRANSCRIA

Autores

  • José Roberto Andrade Féres

Resumo

Raramente pode-se ouvir uma discussão sobre tradução sem que o termo “perda” venha à tona: a tradução, supostamente, sempre “perde” isto ou aquilo que parecia haver no “original”. O minicurso que aqui se propõe tem por objetivo, justamente, questionar as concepções de “perda” concernentes à tradução, sobretudo à tradução de poesia ou de “prosa que a ela equivalha em problematicidade”, como diria Haroldo de Campos, o criador do termo “transcriação”, impli-citado no nosso título um tanto quanto lavoisieriano.

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Publicado

2017-09-27

Como Citar

Féres, J. R. A. (2017). NADA SE PERDE, NADA SE CRIA, TUDO SE TRANSCRIA. Cultura E Tradução, 4(1). Recuperado de https://periodicos.ufpb.br/index.php/ct/article/view/36321