Repositório institucional da saúde: a experiência da Fundação Oswaldo Cruz
Palavras-chave:
Repositório Institucional, Informação Científica e Tecnológica em Saúde, Acesso Livre, Memória em Ciência, Tecnologia e SaúdeResumo
O Movimento do Acesso Livre à informação científica vem se firmando, em todo mundo, após as declarações de Budapeste de 2002, Bethesda e Berlim de 2003. No Brasil essa iniciativa começa a se manifestar, em 2005, a partir da iniciativa do Instituto Brasileiro de Informação Científica e Tecnológica - IBICT que lançou uma videoconferência com a participação da Academia Brasileira de Ciência e de várias sociedades científicas, dando origem ao Manifesto brasileiro de apoio ao acesso livre à informação científica. Na área da saúde, também em 2005, foi lançada no âmbito do IX Congresso Mundial de Informação em Saúde e Bibliotecas - ICML9 a Declaração de Salvador – Compromisso com a Equidade, que defende a equidade no acesso à informação cientifica como condição essencial para melhorar a saúde das coletividades. A Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz foi pioneira em direção ao ‘Acesso Livre’ na área por meio de duas iniciativas lideradas pelo Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde - Icict. A primeira delas foi o lançamento da ‘Revista Eletrônica de Comunicação Informação e Inovação em Saúde – RECIIS’ situada na via dourada do acesso livre. A segunda iniciativa foi a implementação do ‘Repositório Institucional da Fiocruz – ARCA’ situada na via verde. O presente trabalho descreve a trajetória da criação, desenvolvimento e implementação do Repositório Institucional da Fiocruz - ARCA, que iniciou suas atividades em 2007, com o objetivo de garantir a preservação da memória da produção científica e técnica do Icict e sua ampliação na perspectiva de promover o acesso livre e irrestrito da produção intelectual da Fiocruz.Downloads
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