Necessidades e usos de informação: um estudo com os médicos das Unidades de Saúde da Família, do Distrito Sanitário V, da cidade de João Pessoa – PB.
Palavras-chave:
USUÁRIOS DA INFORMAÇÃO. NECESSIDADES DE INFORMAÇÃO.USOS DE INFORMAÇÃO.UNIDADES DE SAÚDE DA FAMÍLIAResumo
Pesquisa realizada com profissionais médicos vinculados ao Programa de Saúde da Família, objetivando analisar as necessidades e usos da informação dos médicos das Unidades de Saúde da Família – USF, do Distrito Sanitário V, da cidade de João Pessoa, Paraíba. Para tanto utilizou-se do referencial teórico de Estudo de Usuários, na perspectiva alternativa e sob o enfoque do modelo de “Sense-Making” de Brenda Dervin. A coleta de dados realizou-se através de questionários. Os resultados revelaram que os médicos não possuem nenhuma relação com unidades informacionais, conseguem satisfazer suas necessidades de informação através de buscas na Internet, convivem constantemente com problemas de ordem física, informacional, material e humana nas USF e de forma incipiente creditam sentidos e significados as informações obtidas.Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Autores(as) que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos: a) Autores(as) mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0), que permite o compartilhamento do trabalho com o obrigatório reconhecimento da autoria e da publicação inicial nesta revista. b) Autores(as) têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente para distribuição não exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em um repositório institucional ou como capítulo de livro), desde que haja o reconhecimento de autoria e da sua publicação inicial nesta revista. c) Autores(as) têm permissão e são incentivados (as) a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) somente após a publicação oficial do artigo pela revista, preservando assim o sigilo da avaliação duplo-cega. Esse compartilhamento posterior tem potencial de aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado.
