GESTÃO DA INFORMAÇÃO: ferramenta da produção ou da significação?
Palavras-chave:
GESTÃO DA INFORMAÇÃO, GESTÃO DO CONHECIMENTO, GESTÃO E PRODUÇÃO DE SENTIDOSResumo
Na sociedade atual, o conhecimento é questão estratégica. O fator humano é visto como recurso e sua capacitação é parte da estratégia competitiva. Porém, até que ponto o enaltecimento do humano não é uma nova maneira de reprodução do capitalismo? Até que ponto a gestão do conhecimento considera aspectos da integridade do homem e de sua plena realização em sociedade? A Gestão da informação e do conhecimento tem compreendido que o conhecimento é produzido no sujeito. Porém, vê o conhecimento como processo linear e não cíclico e interativo o que significa que, nos processos de gestão, a concepção de fator humano não dá margem à sua emancipação e consolida a reificação do homem. Estas reflexões serão feitas com base nos modelos de gestão prescritos pelas Teorias Gerais da Administração e de suas influências nos processos de Gestão da Informação e pela discussão da produção de sentidos que ocorre na dinâmica da cultura. Finalmente, aponta-se para a superação do trabalhador no novo espaço de construção de identidades culturais, quer seja na esfera do convívio nas organizações.Downloads
Downloads
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Autores(as) que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos: a) Autores(as) mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0), que permite o compartilhamento do trabalho com o obrigatório reconhecimento da autoria e da publicação inicial nesta revista. b) Autores(as) têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente para distribuição não exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em um repositório institucional ou como capítulo de livro), desde que haja o reconhecimento de autoria e da sua publicação inicial nesta revista. c) Autores(as) têm permissão e são incentivados (as) a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) somente após a publicação oficial do artigo pela revista, preservando assim o sigilo da avaliação duplo-cega. Esse compartilhamento posterior tem potencial de aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado.
