Sobre a Revista
Cadernos do LOGEPA é um periódico científico dedicado à divulgação e à disseminação da produção acadêmica na área de Geografia, com especial atenção às dinâmicas territoriais, físico-naturais, ambientais, sociais e espaciais do estado da Paraíba e do Nordeste brasileiro. Vinculada ao Laboratório e Oficina de Geografia da Paraíba (LOGEPA), do Departamento de Geociências da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), a revista conta com o apoio do Grupo de Pesquisa em Geomorfologia e Gestão dos Riscos Naturais (GENAT).
O periódico constitui-se como um espaço de divulgação e diálogo científico, buscando contribuir para o fortalecimento da pesquisa geográfica e para a aproximação entre diferentes perspectivas teóricas, metodológicas e temáticas. Nesse sentido, publica artigos técnico-científicos e notas técnicas que apresentem resultados de pesquisas originais, estudos aplicados, análises territoriais e contribuições relevantes para a compreensão das relações entre sociedade, natureza e espaço geográfico.
Com enfoque regional e abertura ao diálogo com diferentes escalas de análise, os Cadernos do LOGEPA valorizam pesquisas relacionadas à Geografia Física e Humana, Geomorfologia, Geografia Ambiental, Gestão Territorial, Riscos e Desastres, Dinâmicas Costeiras, Cartografia, Geotecnologias, Planejamento e demais campos do conhecimento geográfico.
Ao longo de sua trajetória, o periódico busca consolidar-se como um importante veículo de produção, sistematização e difusão do conhecimento geográfico, fortalecendo a pesquisa científica e ampliando a visibilidade das investigações desenvolvidas na Paraíba.
Periodicidade
Os Cadernos do LOGEPA adotam publicação em fluxo contínuo, reunida em volume anual. A partir de 2026, o periódico retoma sua política editorial com calendário anual de publicação e compromisso de manutenção regular do acervo. O volume de cada ano é encerrado em 31 de dezembro.
Qualis-CAPES
De acordo com a classificação dos periódicos no quadriênio 2021–2024, a Revista Cadernos do LOGEPA passou de conceito nulo para o conceito B3.
Processo de avaliação por pares
Os manuscritos submetidos aos Cadernos do LOGEPA passam pelas seguintes etapas.
- Triagem editorial. O Editor-chefe, ou editor por ele designado, verifica a adequação do manuscrito ao foco e escopo da revista, o atendimento às Diretrizes para Autores e a remoção de elementos que permitam identificar a autoria. Manuscritos fora do escopo ou em desacordo com as normas são devolvidos aos autores sem encaminhamento à avaliação, com a devida justificativa, em até 15 dias.
- Avaliação por pares. Os manuscritos aprovados na triagem são encaminhados a dois avaliadores ad hoc, especialistas no tema, em sistema duplo-cego: os avaliadores não conhecem a identidade dos autores, e os autores não conhecem a identidade dos avaliadores. Ao menos um dos avaliadores é externo à Universidade Federal da Paraíba. Os avaliadores dispõem de 30 dias para emitir parecer, recomendando uma das seguintes decisões: aceitar; aceitar com correções obrigatórias; submeter a nova rodada de avaliação; ou rejeitar.
- Pareceres divergentes. Quando as recomendações forem conflitantes, o manuscrito é encaminhado a um terceiro avaliador.
- Decisão editorial. A decisão final sobre a publicação cabe ao Editor-chefe, fundamentada nos pareceres, e é comunicada aos autores acompanhada dos pareceres, preservado o anonimato dos avaliadores.
- Correções. Quando houver correções, os autores dispõem de 30 dias para enviar a versão revisada, acompanhada de documento que indique as alterações realizadas ou justifique as não acolhidas. O editor verifica o atendimento e pode reencaminhar o manuscrito aos avaliadores.
- Conflito de interesses. Avaliadores que identifiquem conflito de interesses com o manuscrito, ou que reconheçam sua autoria, devem declinar da avaliação. Manuscritos de autoria de membros da equipe editorial são conduzidos por outro editor, sem participação do autor-editor no processo, e submetidos às mesmas etapas de avaliação.
- Editoração e publicação. Aprovado o manuscrito, seguem-se revisão, normalização e diagramação, com envio das provas aos autores para conferência. A publicação ocorre em fluxo contínuo, no volume do ano corrente.
Ética e boas práticas editoriais
Os Cadernos do LOGEPA adotam as diretrizes do Committee on Publication Ethics (COPE), disponíveis em https://publicationethics.org, e esperam que autores, avaliadores e editores observem os princípios de integridade na pesquisa e na publicação científica.
Responsabilidades dos autores. Os autores garantem que o manuscrito é original, que não foi publicado anteriormente nem está em avaliação em outro periódico, e que todas as fontes utilizadas estão devidamente citadas. Devem constar como autores apenas as pessoas que contribuíram substancialmente para o trabalho. Os autores devem declarar eventuais conflitos de interesses e as fontes de financiamento da pesquisa, e informar ao editor qualquer erro relevante identificado após a publicação.
Responsabilidades dos avaliadores. Os avaliadores devem emitir pareceres fundamentados, objetivos e respeitosos, tratar o manuscrito como documento confidencial, não utilizar seu conteúdo em benefício próprio e declinar da avaliação em caso de conflito de interesses.
Responsabilidades dos editores. Os editores avaliam os manuscritos exclusivamente por seu mérito acadêmico e pela adequação ao escopo, sem distinção de origem institucional, gênero, nacionalidade ou convicção dos autores, e zelam pela confidencialidade do processo editorial.
Má conduta. São consideradas práticas de má conduta, entre outras, o plágio, o autoplágio não declarado, a fabricação ou falsificação de dados, a publicação duplicada e a atribuição indevida de autoria. Suspeitas de má conduta são apuradas conforme os fluxogramas do COPE, podendo resultar na rejeição do manuscrito ou, se já publicado, em sua retratação.
Correções e retratações. Erros que não comprometam os resultados são corrigidos por meio de errata publicada. Artigos com erros graves ou má conduta comprovada são retratados; a retratação é publicada com indicação do motivo, e o artigo original permanece acessível com a devida sinalização.
Uso de inteligência artificial. Ferramentas de inteligência artificial não podem figurar como autoras. Seu uso na elaboração do manuscrito deve ser declarado pelos autores, que permanecem integralmente responsáveis pelo conteúdo. Os avaliadores não devem submeter os manuscritos recebidos a ferramentas de inteligência artificial, em respeito à confidencialidade.

