POTENCIALIDADES DOS REPOSITÓRIOS INSTITUCIONAIS DAS UNIVERSIDADES FEDERAIS BRASILEIRAS: APONTAMENTOS SOBRE SOFTWARE, EQUIPE, MANUAL, TUTORIAL E POLÍTICA

  • Leandro da Conceição Borges Universidade Federal de Minas Gerais
  • Andressa Gonçalves Castro Universidade Federal do Rio de Janeiro
  • Diego Martins Aragão da Silva Conselho Estadual dos Direitos da Mulher da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro
  • Bruna Beltrão Belinato de Vasconcellos Fundação Oswaldo Cruz
  • Barbara Christian Vitiello Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro.
Palavras-chave: Acesso aberto, Universidades federais, Repositório institucional, Brasil.

Resumo

As universidades federais brasileiras sofreram mudanças substanciais na última década com o projeto de expansão do ensino implantado pelo Governo Federal à época. Com um público crescente, essas mudanças impactaram a demanda por produtos e serviços de informação dessas instituições. Assim, esta pesquisa analisa os apontamentos de software, equipe, manual, tutorial e política das 63 universidades federais presentes no país. Realizado entre os anos de 2017 a 2019, este estudo mapeia essas características nos 49 repositórios institucionais de universidades federais em funcionamento durante as buscas. A pesquisa de caráter descritivo e abordagem quali-quantitativa apresenta ainda os repositórios numericamente, evidenciando as suas diferenças e similaridades, cujos dados foram registrados e transcritos. Os resultados apontaram que, geograficamente, as regiões Sul e Centro-oeste são as únicas em que todas as universidades federais possuem repositórios institucionais, sendo a política o elemento de maior adesão e o manual o quesito de menor engajamento. Logo, conclui-se que alguns desses critérios são adotados de forma incipiente pelos repositórios, sendo os mesmos encontrados em outros sites de setores ou departamentos das instituições e não nos próprios repositórios. A adesão dessas questões pelas instituições apresentaria assim maior amplitude da democratização do acesso à informação científica, atingindo todos os atores que buscarem informação em seus repositórios institucionais.

Biografia do Autor

Leandro da Conceição Borges, Universidade Federal de Minas Gerais
Bibliotecário na Faculdade de Farmácia da Universidade Federal de Minas Gerais. Mestre em Ciência da Informação pelo convênio entre o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia com a Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Andressa Gonçalves Castro, Universidade Federal do Rio de Janeiro
Auxiliar em Administração no Instituto de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Bacharela em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Diego Martins Aragão da Silva, Conselho Estadual dos Direitos da Mulher da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro
Mestrando em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Bibliotecário do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro
Bruna Beltrão Belinato de Vasconcellos, Fundação Oswaldo Cruz
Bolsista do Laboratório de Informação Científica e Tecnológica em Saúde do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnologia em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz. Mestra em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.
Barbara Christian Vitiello, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro.
Auxiliar de Biblioteca no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro. Bacharela em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Publicado
2019-08-30
Seção
Relatos de Pesquisa | Research Articles