TRABALHO COMO PRODUÇÃO DO VIVER

consequências políticas para o feminismo

Autores

  • Renata Moreno SOF
  • Tatau Godinho
  • Nalu Faria

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.1517-5901.2020v1n53.51440

Resumo

Situadas em uma perspectiva feminista materialista e libertária, as formulações teóricas de Danièle Kergoat e Helena Hirata têm sido pensamento inspirador de um feminismo de esquerda e popular, em que a centralidade do trabalho na organização das dinâmicas e relações de dominação e desigualdade é tema fundante. Este texto apresenta uma interpretação sobre os vínculos entre elaborações teóricas e suas consequências políticas em contextos situados. Para isso, lançamos o olhar para a influência do pensamento destas duas autoras em um campo do feminismo no Brasil enraizado no movimento popular e sindical, influência, esta, evidenciada nas agendas feministas de enfrentamento ao neoliberalismo, em que o trabalho como produção do viver (e as trabalhadoras) tem centralidade.

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Publicado

2021-03-23

Como Citar

Renata Moreno, Tatau Godinho, & Nalu Faria. (2021). TRABALHO COMO PRODUÇÃO DO VIVER: consequências políticas para o feminismo. REVISTA DE CIÊNCIAS SOCIAIS - POLÍTICA &Amp; TRABALHO, 1(53), 129–143. https://doi.org/10.22478/ufpb.1517-5901.2020v1n53.51440

Edição

Seção

Nº 53 AVENTURA COLETIVA: A INFLUÊNCIA DE DANIÈLE KERGOAT E HELENA HIRATA NOS EST