Políticas Linguísticas de Acolhimento para indígenas do Amapá e norte do Pará

Autores

  • Kelly Cristina Nascimento Day Universidade do Estado do Amapá
  • Silvaneide Menezes Secretaria de Estado da Educação do Amapá
  • Jamille Luiza Nascimento Universidade Federal do Amapá

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.1983-9979.2025v20n1.74163

Palavras-chave:

Políticas Linguísticas, multilinguismo, Acolhimento, Línguas indígenas, Amapá

Resumo

Inserida no arcabouço teórico das Políticas Linguísticas, entendidas particularmente como instrumento de gestão linguística e social (Spolsky, 2009; Calvet, 2007; Rousseau, 2005), e relacionada com uma noção moderna de cidadania (Severino, 1994) e de acolhimento linguístico (Zambrano, 2024), esta contribuição visa apresentar um panorama das políticas de acolhimento linguístico para indígenas, desenvolvidas e implementadas institucionalmente, em diferentes instâncias públicas e de poder no estado do Amapá, tais como hospitais, delegacias, Serviços de atendimentos ao público, Defensoria, Justiça do Trabalho etc.; Baseadas em um levantamento elaborado a partir de comunicações, palestras e reportagens apresentadas em jornais impressos ou televisionados, reunimos neste artigo as principais iniciativas públicas que, reconhecendo o multilinguismo indígena regional, ilustram a promoção de práticas de acolhimento aos indígenas do Amapá e norte do Pará. Os dados levantados demostram que a presença indígena nos espaços urbanos e de poder (local) tem mobilizado iniciativas em políticas linguísticas que visam ao acesso a serviços públicos que se estendem para além do uso de suas línguas nos ambientes escolares.

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Publicado

24.10.2025

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