O cadastro no sistema e posterior acesso, por meio de login e senha, são obrigatórios para a submissão de trabalhos, bem como para acompanhar o processo editorial em curso. Acesso em uma conta existente ou Registrar uma nova conta.

Condições para submissão

Como parte do processo de submissão, os autores são obrigados a verificar a conformidade da submissão em relação a todos os itens listados a seguir. As submissões que não estiverem de acordo com as normas serão devolvidas aos autores.
  • A contribuição é original e inédita, e não está sendo avaliada para publicação por outra revista; caso contrário, deve-se justificar em "Comentários ao editor".
  • O arquivo da submissão está em formato Microsoft Word, OpenOffice ou RTF.
  • URLs para as referências foram informadas quando possível.
  • O texto está em espaço simples; usa uma fonte de 12-pontos; emprega itálico em vez de sublinhado (exceto em endereços URL); as figuras e tabelas estão inseridas no texto, não no final do documento na forma de anexos.
  • O texto segue os padrões de estilo e requisitos bibliográficos descritos em Diretrizes para Autores, na página Sobre a Revista.
  • A identificação de autoria do trabalho foi removida do arquivo e da opção Propriedades no Word, garantindo desta forma o critério de sigilo da revista, para avaliação às cegas por pares (ex.: artigos).

Diretrizes para Autores

NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS

Política Editorial: A Revista da ABET é publicada duas vezes ao ano: em julho (número 1) e em dezembro (número 2). Os trabalhos submetidos para publicação nessa revista devem ser:

I) Artigos ou notas originais;

II) Surveys contendo exposições de tópicos de interesse amplo para a comunidade de estudos do trabalho;

III) Resenhas bibliográficas.

Instruções para preparação e submissão de artigos: 

 

  1. Os textos devem ser enviados única e exclusivamente por meio do Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas – SEER: http://www.periodicos.ufpb.br/index.php/abet/index Serão aceitos artigos cujo autor (a) possua titulação mínima de mestre. No caso de artigos em coautoria, pelo menos um dos coautores deve possuir a referida titulação

 

  1. Serão aceitos artigos em português, espanhol e inglês.

 

  1. A configuração da página deve ser A4 com margens de 2,5 cm (superior, inferior, direita e esquerda). O texto para submissão deverá ser digitado em formato Microsoft Word, Open Office e RTF.

 

  1. O artigo deve ter entre 15 (quinze) e no máximo 25 (vinte e cinco) páginas, contando as referências bibliográficas.

 

  1. Classificações do artigo: quando aplicável os autores deverão incluir na folha de rosto segundo o sistema de classificação usado pelo JEL (Journal of Economic Literature).

 

  1. O formato de apresentação do texto é com a fonte Times New Roman, corpo 12 com espaçamento simples entre linhas e parágrafo com recuo de 1,5 cm. O espaçamento entre os parágrafos é de 6 pt.

 

  1. O título do artigo na língua do mesmo deve estar centralizado, em negrito e caixa alta. Seguido, logo abaixo pelo título em inglês, também centralizado e em caixa alta, sem negrito e em itálico.

 

  1. Resumo e Abstract não podem ultrapassar o limite de 150 palavras, seguidos de no mínimo 3 e no máximo 5 palavras-chave, separadas por vírgulas, também na língua do artigo e em inglês. Artigos em inglês devem apresentar Abstract nessa língua e resumo em português.

 

  1. As tabelas, gráficos e figuras devem ser inseridos no texto e também encaminhados em um arquivo complementar em Excel (tabelas e gráficos) e em Word.doc (figuras não gráficas).

 

  1. As notas de rodapé, se necessárias, deverão ser numeradas sequencialmente. Não serão aceitas notas no final do texto. Todas as notas de rodapé devem estar em fonte Times New Roman tamanho 10, com alinhamento justificado e espaçamento simples.

 

  1. O itálico se aplica a todo termo estrangeiro que o autor utiliza no texto. O uso do itálico se aplica também para ressaltar conceitos e/ou ideias chaves que o autor quer destacar. Em nenhum caso deverá usar-se negrito ou sublinhado para este fim.

 

  1. As citações aos/as autores/as serão inseridas ao longo do texto, devendo ser utilizado o sistema (AUTOR, data).

 

  1. Citações diretas com mais de três linhas devem ser recuadas em 4cm, em fonte Times New Roman, tamanho 10 e alinhamento justificado. Citações diretas com menos de três linhas devem aparecer entre aspas no próprio corpo do texto. Ao final, deve-se incluir autor, data e página (ex: BOURDIEU, 1986, p. 95). Os textos de um/a mesmo/a autor/a com datas iguais devem ser distinguidos mediante acréscimo de letras minúsculas em ordem alfabética. (Ex.: BOURDIEU, 1986a) (BOURDIEU, 1996b).

 

  1. As resenhas poderão conter de 03 (três) a 06 (seis) páginas. As obras devem ter sido publicadas há dois anos ou menos da proposição da mesma.

 

  1. As referências bibliográficas deverão ser apresentadas ao final do trabalho, listadas em ordem alfabética, obedecendo às seguintes normas:

 

15.1. Para livros:  SOBRENOME, Nome. Título em negrito: subtítulo. Local da publicação: nome da editora, ano.

Exemplo: SENNETT, Richard. A cultura do novo capitalismo. Tradução: Clóvis Marques. Rio de Janeiro: Record, 2006.

15.2. Para capítulo de livro: SOBRENOME, Nome. Título do capítulo. In: Título do livro em negrito: subtítulo. Local da publicação: nome da editora, ano. p. x – xx.

Exemplo: SENNETT, Richard. Burocracia. In: A cultura do novo capitalismo. Tradução: Clóvis Marques. Rio de Janeiro: Record, 2006. p. 23-79.

15.3. Para Coletânea: SOBRENOME, Nome. Título do capítulo. In: SOBRENOME, Nome do(s) organizador(es), (orgs.). Título da coletânea em negrito: subtítulo. Número da edição, caso não seja a primeira. Local da publicação: nome da editora, ano.

Exemplo: COSTA, Hermes Augusto. O sindicalismo em questão em tempos de austeridade. In: OLIVEIRA, Roberto Véras de; BRIDI, Maria Aparecida; FERRAZ, Marcos. O sindicalismo na era Lula: paradoxos, perspectivas e olhares. 1. Ed. Belo Horizonte, MG: Fino Traço, 2014.

15.4. Artigos em periódicos: SOBRENOME, Nome. Título do artigo. Nome do periódico em negrito, local da publicação, volume e número do periódico, ano da publicação.

Exemplo: CARDOSO, Adalberto; AZAIS, Christian. Reformas trabalhistas e seus mercados: uma comparação Brasil-França. Caderno CRH, Salvador, v. 32, n. 86, p. 307-324, ago.  2019.

15.5. Dissertações e teses: SOBRENOME, Nome. Título em negrito: subtítulo. Local. Grau acadêmico e área de estudos [Dissertação (mestrado) ou Tese (doutorado)]. Instituição em que foi apresentada, ano.

Exemplo: BRITO, Cícero Muniz. Terceirização, riscos e acidentes industriais ampliados na refinaria Landulpho Alves (RLAM) – Petrobras (2000 – 2010). 2014. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) – Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2014.

Exemplo: DE JESUS, Edivane. O Estado a Serviço do Capital: adoecimento no trabalho, agroindústria e previdência social no Brasil. Tese (Doutorado em Serviço Social) – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2018.

 

  1. Todos/as os/as autores/as devem inserir seus números de registro no Open Researcher and Contributor ID(ORCID) no sistema, no momento da submissão. Aqueles que ainda não dispuserem desse registro podem fazê-lo no site: https://orcid.org/register

 

Artigos

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Recebe submissões em fluxo contínuo.

Resenhas

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Recebe submissões em fluxo contínuo.

Dossiê: Trabalho coletivo autogestionário na América Latina

Trabalho coletivo autogestionário na América Latina: virtudes, fragilidades e
ambiguidades das lutas por outros modos de reproduzir a vida

Convidamos os pesquisadores das diversas áreas do conhecimento que estudam o Trabalho a encaminhar artigos, individuais ou em coautoria, para o segundo número da Revista da ABET de 2020. Serão selecionados artigos que tratem do trabalho coletivo autogestionário na América Latina sob as perspectivas relacionadas na apresentação abaixo:

Economia Social, Alternativa, Solidária, Economia Popular Solidária, Trabalho Associado: a multiplicidade de expressões indicia a difícil tarefa de compreender o lugar, os sentidos, o potencial e as armadilhas que tais arranjos produtivos, que partem da ideia central de trabalho coletivo popular e autogestionário, assumiram nas últimas décadas.

O objetivo do Dossiê que ora se propõe, assim, é reunir reflexões, preferencialmente interdisciplinares, que, a partir da pesquisa e da extensão, tangenciem esta parcela significativa do mundo do trabalho latino-americano, no intuito de, ao contribuir para a compreensão de suas experiências, também reunirmo-nos aos que buscam criar ou enlarguecer as fissuras que deixam entrever um “mundo que existe como ainda-não”.

Por um lado, tais experiências têm sido apontadas como caminho para a construção e fortalecimento de relações econômicas e experiências de produção que contradizem a lógica hegemônica do capitalismo. Têm como traços característicos centrais, não obstante sua heterogeneidade, a organização de coletivos de trabalhadores que pretendem atuar de forma autogestionária, fora da lógica da exploração do trabalho pela apropriação da mais-valia, assumindo como valores centrais a solidariedade (em oposição ao individualismo e competitividade das práticas hegemônicas) e a ressignificação do trabalho como potencializador de uma vivência e uma subjetividade emancipadora e comunitária.

De outra mão, no quadro de crise da sociedade do trabalho, o discurso e as práticas da Economia Popular Solidária são muitas vezes compreendidas como consequências e cúmplices dos arranjos do capital na busca de alternativas para a absorção de um volume cada vez maior de trabalhadores inadequados ou expelidos do modelo de proletariado estável, este próprio em galopante destruição. Confundindo-se com o discurso e com as políticas que levam os seus signos, identificamos, por exemplo, elementos da “nova razão do mundo” neoliberal, marcadas pela generalização da ideia de concorrência como norma de conduta e da empresa como modelo de subjetivação.

Ainda sob outro prisma, o tema se conecta às tentativas de compreensão do trabalho no “subdesenvolvimento” – e para nós aqui importa, em especial, o mundo do trabalho na América Latina. As experiências que se têm sob mira coincidem em grande parte com outro conjunto conceitual multidenominado: Economia Invisível, Subalterna, Periférica, Popular, Setor/Mercado/Trabalho Informal, Informalidade. Se agora o mundo “desenvolvido” hoje também lida com a “Nova Informalidade”, para nós, latino-americanos/as, ela pode ser vista tanto como uma marca secular do desigual processo de distribuição de riquezas e de trabalho em sociedades marcadas pela espoliação colonial, quanto também aponta para formas de resistência e para a sobrevivência de modos de sociabilidade e de reprodução da vida que não se renderam totalmente à lógica da mercadoria e do valor (ressalte-se, como exemplo eloquente, as vivências alternativas de reprodução da vida dos povos originários latino-americanos ou dos/as africanos/as escravizados).

 

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