PATRIMONIALIZAÇÃO DO CARNAVAL EM MARAGOGIPE-BA: dinâmicas e ambiguidades da cultura

Autores

  • Carlos Henrique Cardoso Universidade Federal da Bahia
  • Fátima Tavares Universidade Federal da Bahia

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.1517-5901.2018v1n49.41857

Resumo

No ano de 2009 o Instituto do Patrimônio Artístico Cultural (IPAC), órgão do Governo do Estado da Bahia, oficializou o registro do carnaval de Maragojipe como patrimônio cultural imaterial/intangível. Desde então observam-se algumas transformações da festa local, além do surgimento de eventos fora do período carnavalesco, realizados tanto pela gestão municipal quanto por entidades não-governamentais, intensificando e ressignificando a circulação de elementos daquela festa, especialmente os “mascarados” (ou “caretas”, na designação nativa), para novos contextos. Neste artigo buscamos compreender duas questões que nos parecem importantes: 1) entender como se deu o processo de patrimonialização do carnaval de Maragojipe; e 2) identificar alguns dilemas e reconfigurações subsequentes a esse processo, em busca de compreender como a figura do “mascarado”, que é o símbolo principal do carnaval, se projeta para além da festa e invade outros setores da vida e da concepção de tempo local.

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Biografia do Autor

Carlos Henrique Cardoso, Universidade Federal da Bahia

Professora do Departamento de Antropologia e do Programa de Pós-Graduação em Antropologia/UFBA.

Fátima Tavares, Universidade Federal da Bahia

Mestre em Antropologia/UFBA.

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Publicado

2019-03-18

Como Citar

Cardoso, C. H., & Tavares, F. (2019). PATRIMONIALIZAÇÃO DO CARNAVAL EM MARAGOGIPE-BA: dinâmicas e ambiguidades da cultura. REVISTA DE CIÊNCIAS SOCIAIS - POLÍTICA &Amp; TRABALHO, 1(49), 114–132. https://doi.org/10.22478/ufpb.1517-5901.2018v1n49.41857

Edição

Seção

Nº 49 - FESTAS, ESPETÁCULOS E PATRIMÔNIOS