Paixão e representatividade:

a percepção dos torcedores brasileiros quanto às campanhas sociais dos clubes nacionais de futebol

  • Caroline Patatt Universidade da Beira Interior (UBI)
  • Gustavo Andrada Bandeira Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Palavras-chave: Futebol, Comunicação, Campanhas Sociais, Sociedade, Internet

Resumo

Paternidade responsável, racismo, homofobia e demarcação de terras indígenas: estes foram alguns dos temas abordados pelos clubes de futebol do Brasil em campanhas, especialmente nas mídias sociais, no ano de 2019. Qual o tamanho desta interferência? Como estas ações chegam aos torcedores? É possível que uma equipe, através da paixão que estimula, venha a ser também um vetor de mudança social? Encontramos algumas respostas para estas e outras perguntas nesta pesquisa realizada a partir de um questionário respondido por 310 brasileiros e brasileiras, com idades entre 18 e 60 anos. Foi possível vislumbrar, com possibilidade de aprofundamento, aspectos interessantes acerca de participação, engajamento e o poder da Internet neste processo – capaz de, por exemplo, fazer com que torcedores apreciem e se sintam estimulados até mesmo por ações de equipes rivais.

Biografia do Autor

Caroline Patatt, Universidade da Beira Interior (UBI)

Especialista em Jornalismo Esportivo (UFRGS) e mestranda em Jornalismo (UBI). São 14 anos de carreira com passagens por veículos como RBS TV, Record e Fox Sports. Pesquisa especialmente sobre Fake News e também o Jornalismo Esportivo brasileiro.

Gustavo Andrada Bandeira, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Graduado em Pedagogia, especialista em Jornalismo Esportivo, mestre e doutor em Educação pela UFRGS. Autor do livro Uma história do torcer no presente: elitização, racismo e heterossexismo no currículo de masculinidade dos torcedores de futebol.

Publicado
2020-12-17
Como Citar
PATATT, C.; BANDEIRA, G. A. Paixão e representatividade:. Culturas Midiáticas, v. 13, n. 2, p. 261-277, 17 dez. 2020.
Seção
Comunicação e Identidade