[ID 45557] ESTUDO DATILOSCÓPICO ENTRE GÊMEOS MONOZIGÓTICOS PARA FINS DE IDENTIFICAÇÃO HUMANA

  • Carolina Lucena Veloso Gusmão Cirurgiã-Dentista, Mestranda em Perícias Forenses, Mestrado em Perícias Forenses, Faculdade de Odontologia de Pernambuco/Universidade de Pernambuco – FOP/UPE, Camaragibe – Pernambuco, Brasil.
  • Larissa Chaves Cardoso Fernandes Cirurgiã-Dentista, Mestra, Doutoranda em Biologia Buco-Dental, Área de Anatomia, Departamento de Odontologia Social, Faculdade de Odontologia de Piracicaba/Universidade Estadual de Campinas – FOP/UNICAMP, Piracicaba – São Paulo, Brasil.
  • Gracinete Duarte da Costa Farmacêutica Bioquímica, Perita Criminal, Laboratório Forense de Impressões Digitais – LADIF, Instituto de Polícia Científica, João Pessoa – Paraíba, Brasil.
  • Maria Izabel Cardoso Bento Cirurgiã-Dentista, Mestra, Mestrado em Perícias Forenses, Faculdade de Odontologia de Pernambuco/Universidade de Pernambuco – FOP/UPE, Camaragibe – Pernambuco, Brasil.
  • Bianca Marques Santiago Cirurgiã-Dentista, Mestra, Doutora, Universidade Federal da Paraíba – UPFB, Departamento de Clínica e Odontologia Social, Área de Odontologia Legal, João Pessoa – Paraíba, Brasil.
  • Patrícia Moreira Rabello Perita do Departamento de Medicina e Odontologia Legal, Instituto de Polícia Científica, João Pessoa – Paraíba, Brasil.

Resumo

Objetivo: Analisar as características datiloscópicas entre pares de gêmeos monozigóticos (GM), observando coincidências e divergências entre os irmãos e avaliando o potencial identificatório dos relevos dérmicos digitais para individualização dos mesmos. Material e Métodos: Estudo cego e transversal, quantitativo, de abordagem indutiva e observação direta extensiva. As impressões digitais foram analisadas e classificadas em tipos fundamentais (arco, presilha interna, presilha externa, verticilo e anômalo) e acidentais (anômalo, cicatriz e amputação) e, posteriormente, assinalados os pontos característicos. Resultados: Foram coletadas 46 fichas datiloscópicas, oriundas de 23 pares de GM, sendo 14 duplas pertencentes ao sexo feminino e 9 ao masculino, com idades entre 18 e 28 anos. Os dedos que apresentaram maior concordância entre os pares de GM foram os polegares, direito e esquerdo, e o anular direito, com 82,5%. Na mão direita, o padrão mais observado foi presilha externa, enquanto no membro esquerdo o tipo prevalente foi presilha interna. Conclusão: As estruturas que compõem as impressões digitais, apesar de muito semelhantes, são capazes de individualizar GM pela existência de pontos característicos individuais, auxiliando no processo de identificação humana. DESCRITORES: Odontologia Legal. Identificação Humana. Dermatoglifia. Gêmeos Monozigóticos.
Publicado
2019-12-16
Como Citar
Gusmão, C. L. V., Fernandes, L. C. C., Costa, G. D. da, Bento, M. I. C., Santiago, B. M., & Rabello, P. M. (2019). [ID 45557] ESTUDO DATILOSCÓPICO ENTRE GÊMEOS MONOZIGÓTICOS PARA FINS DE IDENTIFICAÇÃO HUMANA. Revista Brasileira De Ciências Da Saúde, 23(4). https://doi.org/10.22478/ufpb.2317-6032.2019v23n4.45557
Seção
Pesquisa