O Ensino Religioso e a nova Base Nacional Comum Curricular

  • Mauro Rocha Baptista (UEMG) Universidade do Estado de Minas Gerais

Resumo

Com este artigo procuramos descrever os desenvolvimentos legislativos que levaram à proposta de atuação desenvolvida junto à Escola Estadual Adelaide Bias Fortes. Primeiramente abordando a intenção constitucional de um Ensino Religioso como disciplina obrigatória, mas de matrícula facultativa, para entender a sua presença em um estado laico, aprofundando essa relação para pensar os limites de uma prática confessional em oposição a uma ação mais influenciada pela(s) Ciência(s) da(s) Religião(ões). Metodologia fundamental para compreender os conhecimentos que fundamentam a nova Base Nacional Comum Curricular. Por fim, essa nova tendência é usada para repensar as práticas desenvolvidas na escola em 2017 e propostas para 2018.

Biografia do Autor

Mauro Rocha Baptista (UEMG), Universidade do Estado de Minas Gerais

possui graduação em Filosofia pela Universidade Federal de São João del Rei (2000), mestrado (2005) e doutorado (2009) em Ciência da Religião / Filosofia da Religião pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Atualmente é professor vinculado ao Departamento de Ciências Humanas da Universidade do Estado de Minas Gerais - Campus Barbacena onde é pesquisador do Núcleo de Pesquisa "Educação: Subjetividade e Sociedade". Tem experiência nas áreas de Filosofia da Religião, Filosofia Política, Ética e Educação, atuando principalmente na linha tênue entre Filosofia e Literatura com temáticas voltadas para a análise da religiosidade, da política e do messianismo e seus desdobramentos nas concepções de ética e experiência de autores como Franz Kafka, Walter Benjamin e Giorgio Agamben.

Publicado
2019-12-28
Como Citar
(UEMG), M. R. B. O Ensino Religioso e a nova Base Nacional Comum Curricular. Religare: Revista do Programa de Pós-Graduação em Ciências das Religiões da UFPB, v. 16, n. 1, p. p.228-263, 28 dez. 2019.