Emergência de plântulas de pitangueira (Eugenia uniflora L.) sob diferentes fotoperíodos

João Paulo Gava Cremasco, Antônio Gustavo de Luna Souto, Mariana Quintas Maitan, Maria Helena Menezes Cordeiro, Keise Duarte Bacelar de Morais, Carlos Eduardo Magalhães dos Santos

Resumo


Os pomares comerciais e domésticos de pitangueira, em sua maioria, são formados por plantas propagadas através de sementes. As informações sobre as exigências das sementes de pitanga quanto às exigências de fotoperíodo para que ocorra a germinação são mínimas. O trabalho teve como objetivo avaliar a emergência de plântulas de pitangueira sob fotoperíodo. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado, com três tratamentos (ausência de luz; fotoperíodo de 12 h e luz constante) e quatro repetições em câmara climatizada. A emergência foi avaliada do 18º até o 60º dia e, ao final do experimento, foi avaliado o tempo médio de emergência, o índice de velocidade de emergência, a altura das plântulas, comprimento de raiz e parte aérea e massa seca das plântulas. O fotoperíodo não interfere na percentagem de emergência de plântulas de pitangueira. No entanto, na ausência de luz, o índice velocidade de emergência foi maior. A massa seca das plântulas submetidas à presença constante de luz foi significativamente superior à massa observada nas condições de ausência de luz e fotoperíodo de 12 horas. A emergência das plântulas de pitangueira ocorre tanto na ausência quanto na presença de luz. A pitangueira pode ser considerada como fotoblástica neutra para emergência de plântulas.

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DOI: http://dx.doi.org/10.25066/agrotec.v38i2.33989

Revista Agropecuária Técnica
ISSN impresso 0100-7467
ISSN online 2525-8990


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