EVOLUÇÃO DO TRABALHO: DAS COMUNIDADES PRÉ-INDUSTRIAIS ÀS PÓS-INDUSTRIAIS

Autores

  • Rosa de Fátima Pereira de Carvalho
  • Osvaldo José Pereira de Carvalho

Resumo

A década de 1990 será lembrada por ter sido aquela que promoveu a maior alteração nas formas pelas quais as pessoas trabalham. Já vivenciamos processos de enxugamento e reestruturação dos modos de produção, sofremos com as oscilações ocorridas na economia mundial e, finalmente, vivemos os impactos causados pelo uso da Internet no nosso cotidiano. Em se tratando de organizações, está se realizando muito mais do que a simples redução da escala operacional dos postos de trabalho, o que se observa é uma profunda mudança na forma de produção. Na tentativa de implantar novos padrões para impulsionar a empresa ao sucesso, se convidam os empregados a esquecer como as coisas eram praticadas no passado e reavaliar como poderão ser feitas, de modo melhor, no futuro. Em todos os níveis operacionais, encontramos pessoas lutando pela competitividade e produtividade. As próprias condições que criaram os empregos há dois séculos, ou seja, a produção em larga escala e o surgimento das grandes organizações, estão desaparecendo graças ao uso ostensivo da alta tecnologia que possibilitou a automatização da linha de produção. Neste artigo se explorarará a natureza da alienação humana causada pelas condições específicas que o trabalho adquiriu na produção capitalista.

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Como Citar

de Carvalho, R. de F. P., & de Carvalho, O. J. P. (2013). EVOLUÇÃO DO TRABALHO: DAS COMUNIDADES PRÉ-INDUSTRIAIS ÀS PÓS-INDUSTRIAIS. Revista Da ABET, 6(2). Recuperado de https://periodicos.ufpb.br/index.php/abet/article/view/15718