TRABALHO E ROTATIVIDADE NA INDÚSTRIA TÊXTIL DO NORDESTE: CONJUNTURA NOS ANOS 2000

Autores

  • Flaviana de Sousa Gomes
  • Luís Abel da Silva Filho

Resumo

Desde a década de 1990, com o processo de aberturacomercial, a economia brasileira passou por profundas transformaçõesestruturais e conjunturais que impactaram fortemente a indústria nacional,sobretudo em setores trabalho/intensivo, dentre os quais o têxtil. Nesteartigo, investiga-se a criação e a destruição de postos de trabalho naindústria têxtil no Nordeste, levando em consideração o perfil da força detrabalho e a rotatividade. Os dados da Relação Anual de Informações Sociais(RAIS) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) do Ministériodo Trabalho e do Emprego (MTE) mostram que o Nordeste foi a região que tevemenores taxas tanto de criação quanto de destruição de postos de trabalho nessesetor. A referida região é a terceira que mais emprega mão de obra na indústriatêxtil nacional, fato que vem crescendo, apoiando-se em políticas de incentivosgovernamentais e no baixo valor da mão de obra. Evidencia-se que esses postossão ocupados, em sua maioria, pela mão de obra feminina e que as faixas etáriasque mais se ocupam na indústria têxtil estão entre 30 a 39 anos. O número detrabalhadores que deixa os postos de trabalho com menos de um ano se encontrano patamar de 32%, podendo essa rotatividade ser justificada pelas condições detrabalho precárias e pelos baixos salários praticados.

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Biografia do Autor

Flaviana de Sousa Gomes

Luís Abel da Silva Filho

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Como Citar

Gomes, F. de S., & da Silva Filho, L. A. (2014). TRABALHO E ROTATIVIDADE NA INDÚSTRIA TÊXTIL DO NORDESTE: CONJUNTURA NOS ANOS 2000. Revista Da ABET. Recuperado de https://periodicos.ufpb.br/index.php/abet/article/view/18521